| sábado, 10 de março de 2012 |
Click – MARIA MAYRINK VEIGA FRERING, uma Princesa por Natureza com DNA de Rainha
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| MARIA e sua clutch e os outros modelos. |
Bom dia. Ontem, no Rio de Janeiro, teve a recepção ao Príncipe Harry da Inglaterra. Dentre os convidados, o ator Sergio Marone, a manequim Fernanda Tavares, o artista plástico Romero Britto e a bonita Maria Mayrink Veiga Frering, neta da linda Carmen Mayrink Veiga, que atraiu a imprensa internacional de maneira unânime. Considerada uma das garotas mais bonitas do grand monde, não apenas sua beleza atraiu fotógrafos e repórteres, mas, o reencontro com Harry. A bela Mayrink Veiga conhece o príncipe e, desde que se conheceram em Londres, é considerada uma muito provável candidata a futura namorada de Harry. Maria é a mais bonita garota da turma e, com seu DNA poderoso, seria um encanto se os dois se apaixonassem. Teríamos o mais bonito casal da realeza. Eles têm quase a mesma idade e não é só a imprensa européia que torce para que o romance aconteça. A jornalista Hildegard Angel, por exemplo, amiga da família, publicou que está na torcida, e eu também estou.
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| MARIA, alta e chique, usando Dolce&Gabbana, entre GISELA AMARAL e ALICE TAPAJÓS, no lançamento das bolsas e na recepção ao Príncipe Harry da Inglaterra. |
No Dia Internacional da Mulher, Maria fez o lançamento de uma coleção de bolsas exclusivas, que, por homenagem, levam sua assinatura. As Clutchs Maria Frering têm número limitado e custam, individualmente, cerca de 2 mil dólares. Aos 15 anos, já muito alta e chique, Maria recusou ser capa do Vogue, e desfilou, aos 4 anos, para a alta costura de Hubert de Givenchy em Paris, quando o costureiro estava se aposentando. As Mayrink Veiga, famosas por experiências sociais comparáveis aos mais deslumbrantes contos de fadas, têm, naturalmente, tudo que uma rainha, uma princesa, tem de ter.
Fotos: Hildegard Angel. Marcadores: beleza, click, jet set, moda, opinião, pessoas, social |
posted by Jamill Barbosa Ferreira @ 7:05 AM
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| terça-feira, 28 de fevereiro de 2012 |
Moda – O Oscar em Branco-e-Preto
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| GWYNETH PALTROW, MILLA JOVOVICH e ANGELINA JOLIE. |
Bom dia, eu concordo com o que a Glória Kalil publicou sobre o Oscar deste ano, de que tudo está “sem graça”; realmente, o glamour está em baixa. Estou louco para saber a opinião da fascinante Carmen Mayrink Veiga. Fashion-designers fazem vestidos cada vez mais clean, não apenas na estrutura, mas, na idéia. É tudo visualmente fácil de copiar, previsível. As jóias são “tímidas” e os cabelos penteados de forma muito... muito... “pouco”. Será que você me entende? Espero que sim. Em meio às tendências minimalistas em tudo, eu gostei do vestido usado por Gwyneth Paltrow, que, apesar de loira, é uma garota bonita e bem-vestida, elegante. Quem assina é Tom Ford e o equilíbrio está nos ombros. O penteado é apenas um rabo-de-cavalo, que poderia ter sido feito por alguém mais criativo – é a única crítica que tenho a fazer sobre a produção. O bracelete e o anel são um luxo, mas, eu gostaria que ela tivesse usado brincos longos com diamantes e uma pulseira delicada ao invés do bracelete. Detalhes, detalhes... De Versace preto, Angelina Jolie estava sexy, o que nem sempre é luxuoso, apesar de ficar bem nela – já que tanta gente tenta copiar o estilo das atrizes do tapete vermelho para ir a casamentos e qualquer lugar. O batom lembra a marca da maquiagem de alta costura dos desfiles de Yves Saint Laurent, mas, é uma cor que envelhece. No mais, ela, a Angelina, é bonita, sexy, e deveria ter usado mais jóias. Numa mistura entre as duas, com luxuoso vestido branco da alta costura Elie Saab e com batom vermelho, uma das mais bem-vestidas do Oscar é, sem dúvida, a atriz Milla Jovovich. Eu, definitivamente, não assisto, há alguns anos, as atrizes no tapete vermelho como uma referência de moda, isso é chato para quem gosta de moda. Para completar, permita-me uma digressão, tiraram o Stefano Pilati da Yves Saint Laurent e isso é um horror, pois, a moda que ele fez para a marca é bonita e me incentivava economizar e comprar peças assinadas por ele. Não é feio se permitir a algum luxo, sobretudo quando se gosta de moda. Mas, isso é outro assunto... Então, a gente entende que no Oscar tantas atrizes tenham usado roupas simples, jóias simples, talvez seja culpa dos estilistas, costureiros e criadores, cada vez menos criativos, sendo mudados, impedindo que mesmo quem gosta de moda possa estar como o Oscar nunca deveria ter deixado de ser: uma festa glamourosa. Está tendo uma votação no Blog da Hilde, da jornalista Hildegard Angel, para escolherem "as mais luxuosas", eu já votei. Marcadores: alta costura, jóias, moda, opinião, oscar, pessoas |
posted by Jamill Barbosa Ferreira @ 11:36 AM
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| sábado, 4 de fevereiro de 2012 |
Alta Costura – O Luxo Não Apenas Desliza na Lama, Atola
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 Bom dia, está muito complicado falar de moda. O título do texto pode parecer grosseiro, mas não é menos realista por isso. Por mais que os jornalistas novatos no grupo dos convidados para desfiles estejam com sede por segurar a onda da alta costura para fazer um número na moda, por causa das trocas de favores, o fato é que as coleções, sozinhas, já explicam que estão entediantes. Por mais que os jornalistas afirmem que a alta costura está vendendo mais, os realistas sabem que as estatísticas para as grifes só contam mesmo com relação ao comércio de artigos de luxo em série e prêt-à-porter, pois, simplesmente, a alta costura está uma pobreza, cada vez mais desinteressante, com a cara de prêt-à-porter e tentando manter a coisa toda à base de cenários de desfiles, os jornalistas dizem que está vendendo, mas eles não compram e não entendem que essas estatísticas não dependem deles, nem das “tendências” – que, aliás, nunca devem ser ligadas à alta costura, nunca –, pois, no mercado de alto luxo, hoje em dia, o que conta mesmo é a divulgação, para atrair compradores de perfumes, cintos, óculos e coisas do tipo. Isso é chato para quem gosta de moda, é decepcionante. Claro que continuarão fazendo desfiles, mas, as mulheres que interessam ao mercado de alto luxo e aos admiradores delas e da alta costura, estão cada vez menos interessadas em grandes desfiles, grandes festas, misturadas com toda qualidade de gente: os que sabem muito de moda, os que não sabem nada, os que estão aprendendo e os costureiros de saco cheio desse arrumadinho, mas engolindo sapos para garantirem seus salários. Claro que os novos-ricos querem ter alguma cultura, por isso, revistas como Vogue estão cada vez mais com cara de cartilha: “esse é fulano, essa é fulana, esse é beltrano, essa é beltrana...” Isso é chato, minha gente. Então, vêm os que dizem que o dinheiro mudou de mão, mas, aí que tá, só o dinheiro que mudou de mão, só o di-nhei-ro. E olha lá. Acho que a sociedade brasileira está uma bagunça, mulheres tidas como “elegantes”, chamando turbo-hélice de jato, tomando champanha e falando mal umas das outras em reality show. Quero o jornalismo de moda com a Regina Guerreiro, a Cristina Franco, os textos do Ignácio de Loyola Brandão, capas de revistas com roupas do Lino Villaventura, André Lima, Guilherme Guimarães, Pedro Lourenço, com produções luxuosas, inteligentes. Isso é qualidade, e não a mesmice que se vê e lê no vestuário popular e nas revistas. A alta costura está sim entediante e a moda no Brasil está uma pobreza. O negócio, para não se irritar com a alta costura igual ao prêt-à-porter e essa misturada danada, é fazer como diz o Walcyr Carrasco na Época do dia 30: “Talvez o melhor seja sair fantasiado e encarar o ato de se vestir como realmente deve ser: um grande gesto de liberdade a que todo ser humano tem direito.” Marcadores: alta costura, diário, moda, opinião, prêt-à-porter |
posted by Jamill Barbosa Ferreira @ 8:00 AM
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| segunda-feira, 30 de janeiro de 2012 |
Alta Costura – O Bonito Trabalho de BILL GAYTTEN | Dior primavera-verão 2012
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Apesar das críticas feitas ao Bill Gaytten por outros jornalistas, que também comparam negativamente seu trabalho com coleções anteriores da marca, eu noto que ele está fazendo muito bem o trabalho na Dior. Ele não tem culpa da saída de John Galliano, o próprio Galliano é o culpado de sua saída da maison e por ter perdido a marca que tem seu nome. Então, sejamos mais honestos com a moda e com os resultados de Gaytten em meio às grifes que mostram coleções de alta costura com suaves estilizações da moda vintage. Gaytten colaborou muito com a moda feita por Galliano e merece sim ser reconhecido por esse resultado e não ser ignorado por jornalistas que só falam em quem será o novo nome que assinará a alta costura Dior. Eu gostei da coleção, o glamour Dior, a essência da maison, sem as fantasias de Galliano. Saias lápis, equilíbrio no quadril, ombros sensuais, alguns armados e volumosos. Cores clássicas, também nude. Uma coleção bonita, luxuosa e com a cara da Dior. O Gaytten está de parabéns. Marcadores: alta costura, desfile, moda, opinião, vídeo |
posted by Jamill Barbosa Ferreira @ 8:00 AM
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| domingo, 29 de janeiro de 2012 |
Alta Costura – Mude a Direção do Jato, KARL LAGERFELD | Chanel primavera-verão 2012
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Foi na cabine de um avião-fantasia que Karl Lagerfeld transportou a coleção de alta costura da Chanel para as clientes mais exigentes da moda. Mas, o assunto é roupa e não cenário. A alta costura vintage é o que há de mais exuberante na moda, inclusive de hoje em dia, além de custar uma fortuna, é a base para tudo que se faz com tecidos e alguns bordados diferentes nas coleções da alta moda das passarelas de hoje. Mas, isso não é desculpa para repetir os mesmos elementos de estilização. A coleção da Chanel é repetitiva. A moda mais cara e sofisticada do mundo tem a capacidade de transformar nossa maneira de ser, inspirar novos talentos e criatividades, mas, além dos materiais e da técnica que estruturam a alta costura, Karl Lagerfeld está facilitando o trabalho dos jornalistas de moda e entediando os que gostam de moda – e nem sempre essas duas características estão juntas. Ao invés de falar dos detalhes das roupas e da competência de Lagerfeld em retrabalhar a sintonia Chanel, como faço quando escrevo, quero dizer que minha percepção de moda é um radar que nota que Lagerfeld precisa fazer uma manobra rápida, pois, o desfile pareceu esgotado e ele é um exemplo de criatividade. Marcadores: alta costura, desfile, moda, opinião, vídeo |
posted by Jamill Barbosa Ferreira @ 10:42 AM
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| terça-feira, 24 de janeiro de 2012 |
Alta Costura – LINO VILLAVENTURA, O Fabuloso Costureiro Brasileiro | Outono-Inverno 2012 São Paulo Fashion Week
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Ontem, Lino Villaventura deu um espetáculo de luxo e competência internacional em matéria de alta moda mundial e dedicou seu desfile à fascinante Carmen Mayrink Veiga, amiga de Lino e uma das mulheres mais elegantes do mundo. A opulência das roupas, além de ser uma coleção dedicada à top das tops, também tem a inspiração na arte do pintor Francis Bacon, num desfile que é a melhor produção desse inverno 2012. A criatividade do Lino, aliada ao luxo material e técnico de suas roupas, asseguram-lhe um lugar privilegiado, dificilmente alcançado por outro costureiro, estilista ou criador de moda brasileiro. Vestidos ricamente bordados com cristais, transparências elegantemente luxuosas, comprimentos para bailes, volumes para rainhas em estufados ou plissados, como leques, plumados, manequins usando coroas, as cores, como falei, vêm das pinturas de Bacon, mas, a arte na moda do Lino é do Lino, e feliz de quem a puder usar. É um orgulho ver um desfile de moda assim no Brasil, pois, isso sim é alta moda. Como é bom elogiar, como é bom gostar de moda e ver algo tão original, bonito, com identidade própria, diferente das marcas que repetem o vestuário de mundo que se vê em Nova York ou Tokyo. Mas, é uma decolagem a cada desfile, trazendo um tipo de alta costura que pouco se vê até mesmo em Paris, não apenas pelas capas, volumes, bordados, transparências, uma sensualidade glamourosa, mas, principalmente, pelo talento criativo, a sensibilidade de unir o usável à arte, e tudo parece o inédito que todas as poucas mulheres realmente elegantes – e ricas – no mundo querem ter no armário. A moda masculina também com tecidos em estampas da inspiração, com tecidos volumosos, com brilhos, capas, alfaiataria com relevos. Tudo para pessoas com estilo e que circulam nos grupos mais civilizados e elegantes. O Lino Villaventura é alta costura. Marcadores: alta costura, arte, desfile, jet set, moda, moda masculina, opinião, são paulo fashion week, vídeo |
posted by Jamill Barbosa Ferreira @ 5:42 PM
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| quinta-feira, 5 de janeiro de 2012 |
Animais - O Adeus a Pequena Rokita | Ajudem os Animais de Rua
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| All Dogs Go To Heaven, de Shanti Marie. |
O primeiro texto do ano é sobre uma cadelinha vira-lata cor de doce de leite que resgatei da feira ainda filhote, a Rokita. Quando a encontrei, ela estava correndo entre os carros, quase sendo atropelada e sendo maltratada por feirantes. Junto a ela, a Sarita, irmã, de cor preta. Fiquei sabendo que elas haviam sido jogadas na feira por alguém. A Rokita tinha muitos carrapatos grandes, um tipo que dá em bodes. Ambas foram adotadas por mim. Há alguns meses no jardim, elas já ganharam peso e ficaram mais espertas. Mas, ambas começaram a ter sintomas de envenenamento e a Rokita não resistiu. Eu fico indignado com isso. Não entendo como a maldade e as pessoas más têm tanto espaço no mundo, me pergunto onde está o bem e o que nós, os poucos que gostam dos seres vivos num todo, devemos fazer para que o bem prevaleça no mundo (?). É uma dúvida cruel. Eu tenho consciência de que os animais são sagrados e, portanto, todos os animais considerados “irracionais”, têm a Proteção de Deus quando passam pelo que a Rokita passou e são Salvos, pois, são puros como crianças. A humanidade precisa estar cada vez mais consciente de que por mais alta e segura que seja a torre erguida por um homem, se ele submeteu animais ao sofrimento, ela desmorona de forma violenta e inesperada quando ele mais precisar de segurança. Isso é sério e pode ser evitado, isso é sério e deve ser evitado. Mesmo que uma pessoa seja ruim, mesmo que ela não acredite em Deus ou na igualdade dos seres no merecimento de estarmos aqui, essa pessoa pode e deve ter a atitude de controlar sua maldade e, se não ajudar, nunca interferir no destino natural dos outros seres. O que fazemos aos outros é cobrado e cada um deve ter consciência do peso de sua própria dívida. Que cada um de nós pague na mesma moeda o que fazemos aos animais. Há muita ilusão e hipocrisia. Gente que solta fogos de artifício em festa de réveillon, mas, que assassina à facada o cachorro que, assustado, busca abrigo numa casa. Gente que agride animais e filma para colocar o vídeo na internet. Gente que passa o dia fazendo comidas elaboradas para puxar saco de políticos e pessoas das igrejas em reuniões, enquanto tantos animais passam fome nas ruas. Eu realmente entendo cada vez mais meu interesse que haja seres em outros mundos físicos, extraterrestres, criaturas de raças diferentes, mesmo que não sejam pacíficos, pois, o ser humano só consegue pensar, mesmo efemeramente, no próximo e nas outras espécies, quando está em apuros. Eu não espero nada de ninguém, mas, eu faço o que acho certo pelos animais e tenho a obrigação de pedir que vocês façam o mesmo: ajudem os animais de rua. Como eu disse, não posso esperar de vocês que os animais sejam ajudados, mas a minha parte está feita. Estou triste pela Rokita e estou triste pela humanidade que está cada dia mais egoísta e com a alma menor.
Marcadores: animais, diário |
posted by Jamill Barbosa Ferreira @ 4:18 PM
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| sábado, 24 de dezembro de 2011 |
Natal – Feliz Natal Para Todos Nós
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 Hoje é Noite de Natal. Muitas famílias estão reunidas, irão à missa e farão a ceia. Minha família é católica, todos os meus amigos são católicos, então, a tradição é seguida por todos. No Natal tudo é mágico e especial e, como digo, os pedidos valem o dobro. Que o Natal seja para que possamos refletir sobre nós mesmos e sobre as outras pessoas que nos são especiais. As decorações nas casas e ruas, assim como a tradição e os costumes de cada família, escondem, muitas vezes, tantas outras famílias com parentes nos hospitais ou com familiares que foram vítimas fatais de algum acidente, doença ou violência. Além disso, há os animais de rua, que sofrem muito com fome, sede, nem entendem o motivo de tanto sofrimento, que geralmente é causado por maldade das pessoas. Que o Natal seja também para que rezemos por essas pessoas, pelos animais, por tudo e por todos no mundo. Também, para que a data que é alegria para as crianças, seja um ensinamento para elas sobre esses valores e sobre a caridade. Eu vestirei calça xadrez, ficarei olhando a decoração e refletindo sobre o significado do Natal, que é uma data que eu gosto, e sobre as necessidades do mundo. Que vocês tenham um Feliz Natal, cheio de saúde, união, realização de seus desejos e com reflexão sobre os que precisam de oração e ajuda. Beijos e abraços em todos vocês. Feliz Natal! Feliz Ano Novo! Marcadores: diário, Natal |
posted by Jamill Barbosa Ferreira @ 8:00 AM
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| quinta-feira, 22 de dezembro de 2011 |
Moda – O Que Vestir Para a Ceia de Natal
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O Natal é uma comemoração religiosa e também para as crianças. É uma comemoração em família e o que é clássico é bem-vindo, ter uma tradição familiar ou pessoal também deixa o Natal mais bonito, desde a decoração, com enfeites na árvore de Natal que você gosta desde criança, também outros que as crianças já gostam, até as roupas que fazem lembrar sua infância ou que dão um clima mais natalino. Sugerir roupas para a ceia de Natal exige um conhecimento sobre misto de tecidos que podem ter alguma tecnologia, mas que a princípio nos atraem pelo visual, com modelagens clássicas, que a gente já conhece e que são bonitas. Os sapatos ou sandálias podem combinar com a cor predominante do vestido ou, na dúvida, podem ser na cor preta, que combina com qualquer cor de roupa. Como eu olho mais para as passarelas e coleções européias, especificamente de Paris, dessa vez, as sugestões de roupas femininas para a ceia de Natal vêm de Nova York.
1 – Esse vestido Suno é clássico, como exige o Natal, e refrescante para o verão. Você pode optar por outro tipo de estampa que pode ser floral ou outras figuras geométricas;
2 – Como falei em estampas florais, esse pijama Betsey Johnson é um exemplo romântico, simples, visualmente confortável, para uma ceia em família;
3 – Esse vestido Carolina Herrera é uma opção mais sofisticada, combinando preto com amarelo, que particularmente gosto, nessa sobreposição de bordado com um vestido simples;
4 – Com estampa vibrante e que combina muito com o Natal, o geométrico vestido Milly é, além de sofisticado, apropriado para a ceia, mas, o lenço no pescoço deve ser dispensado, pelo menos para a maioria. A modelagem não é novidade, mas o exemplo encoraja que você use estampas semelhantes;
5 – A mistura de tecidos e cores nesse vestido Monique Lhuillier faz dele uma opção para uma noite chique. A disposição da renda preta no vestido amarelo também faz linhas geométricas que tentam e conseguem um efeito assimétrico dentro da modelagem clássica, sendo, então, uma mistura para mulheres modernas numa comemoração clássica;
6 – Esse vestido é de modelagem conhecida, com sensualidade sofisticadamente assimétrica, esse Ohne Titel tem cores que combinam e traços que ficam bem; tudo muito previsível, mas bonito para uma mulher que gosta de ser sensual, mas precisa de uma opção mais discreta;
7 – Uma modelagem inspirada em Vincent Van Gogh, nas pinceladas do pintor, feita por Rodarte em tom verde limão, com saia lápis, cintura e curvas bem marcadas. O pintor pós-impressionista certamente não usou uma cor assim, você também pode optar por cores diferentes, inclusive estampas;
8 – Quando a ceia reúne muitas pessoas além da família, ou após a ceia terá uma festa com dança, o ideal é esse vestido Jason Wu, rosa e branco. O efeito do vestido fica por conta do babado, enquanto a modelagem é basicamente simples.
Marcadores: moda, Natal, prêt-à-porter, verão |
posted by Jamill Barbosa Ferreira @ 5:12 PM
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Beleza Masculina – O Homem e os Pêlos Na Medida Certa
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Muitos hábitos que antes eram apenas aceitáveis em mulheres estão se tornando habituais para os homens depois da moda dos metrossexuais. Muitos homens não estranham a prática de um tratamento facial, ou o uso de muitos produtos para o cabelo. Mas, a vaidade masculina precisa ser medida com relação à depilação, que é uma mania entre os homens que querem descobrir seu melhor. Porém, antes de usar a navalha ou qualquer método depilatório, preste atenção no que a sua garota, para quem você tira a roupa, vai pensar sobre sua depilação. Apesar de já ter falado nisso, há e-mails de leitores pedindo mais textos sobre o assunto de hoje. O prático a ser dito e compreendido é que a depilação masculina deve ser feita para melhorar o visual, não para transformar, e nem sempre uma coisa significa a outra. Abaixo darei dicas de como manter, ou depilar, os pêlos do corpo.
Pêlos das axilas: Uma das primeiras características sexuais masculinas, além do que já sabemos sobre os hormônios, é que a maioria dos homens tem pêlos nas axilas e as mulheres entendem, aceitam e gostam e muitas já atribuem a esses pêlos uma característica fetichista. Isso não significa que você deve deixar os pêlos grandes, sem nunca apará-los. Apare-os minimamente, as garotas não vão notar uma transformação e essa característica masculina será mantida, afinal, por mais que o homem faça questão de descrever as características dos metrossexuais para explicar uma depilação completa das axilas, as mulheres esperam ver pêlos sob os braços de um homem, não é a primeira característica física que elas olham, mas ela vai perceber que você não tem pêlos nas axilas e será obrigada a questionar sua masculinidade. Então, se você é um homem que quer manter-se visualmente viril e masculino, mantenha os pêlos das axilas aparados com tesoura.
Pêlos no peito: A maioria das mulheres gosta de pêlos no peito do homem, não de muitos, mas de alguns que elas possam percorrer os dedos. Reduzir os pêlos do peito é uma boa, mas, deixando esses poucos e estratégicos pêlos para o carinho feminino. Também há mulheres que gostam de homem com peito liso. Certifique-se do tipo de garota que você namora ou é casado, caso ela goste de seu peito liso, faça depilação regularmente com cera quente, evite deixar os pêlos ligeiramente crescidos, eriçados, pois será desconfortável para você e desagradável para ela.
Pêlos nos ombros e nas costas: Não há razão, a não ser fetichista, para que você espere que todas as garotas deslizem seus dedos nos pêlos de seu peito, exigindo continuar o percurso pelos ombros até as costas. Então, não pense em aparar, depile ombros e costas.
Depilação quase completa: Pode ser que, às vezes, o homem queira fazer algo diferente, como depilar todo o tronco e seus pêlos pubianos. Mas, novamente é preciso saber o que pensa e prefere sua garota. Apenas nadadores e quem pretende ganhar mais velocidade em algumas atividades esportivas deveria depilar-se inteiro. Se a depilação inteira não é por questão de ganho de velocidade em provas, fica estranho. Então, se o homem quer radicalizar, ele tem que fazer direito: ao raspar o tronco e região genital, deveria depilar também as pernas, que ficariam, no mínimo, estranhas e ridículas, peludas, sob um físico depilado.
Pêlos pubianos: Mantenha a região pubiana aparada, não depile, evite mudar de forma exagerada sua natureza, procure manter seus pêlos pubianos sob controle, mas, nada de pêlos muito curtos. Mantenha-os discretamente aparados, nada que possa chamar atenção da garota para um comentário de estranheza ou que fuja de sua naturalidade.
Depilação "gráfica": Não encontrei outra forma de chamar esse tipo de depilação dos pêlos em sinalizações, letras, etc. Isso é mais comum nos pêlos pubianos, mas, a não ser que seja por uma piada, deve ser evitado. Você não deve depilar seus pêlos formando uma seta que mostre o que ela já sabe; nem formas geométricas, raios, ou a letra do nome dela, quando você tem outras formas mais interessantes e úteis de expressar carinho.
Leia mais textos sobre depilação masculina nos links abaixo: Marcadores: beleza, beleza masculina, depilação |
posted by Jamill Barbosa Ferreira @ 8:00 AM
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| sábado, 17 de dezembro de 2011 |
Jóias – O Anel Pássaro Vintage de MAYA ANGELOU e os Anéis Piaget Para o Informal
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| MAYA com seu anel, no Concorde. |
Quem não se lembra das jóias e roupas das mulheres convidadas para o último voo do Concorde, tanto pela Air France quanto pela British Airways? Apenas 100 privilegiados foram convidados e a sala de embarque, exclusiva, cheia de cheiros, champanhas e jóias muito nobres. Mulheres altas circulando com seus maridos, ou assistentes, com jóias que são obras de arte, como o anel pássaro de ouro de Maya Angelou. Os outros anéis mostrados aqui têm assinatura Piaget, feitos com ouro, diamantes, turmalinas, esmeraldas, rubis e várias outras gemas, e são, além de preciosos, um toque de bom humor e, também, de arte. O que mais gostei está em destaque, elaborado com mistura de materiais, ideal para ser usado informalmente, para fazer um número numa saída para almoçar ou uma visita entre amigas, ou para uma entrevista para a televisão, por exemplo.
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| Anéis Piaget, sem moderação. |
Marcadores: jóias, moda |
posted by Jamill Barbosa Ferreira @ 2:28 PM
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| domingo, 11 de dezembro de 2011 |
Livro – “Lila”, de LILIANA SYRKIS, Um Livro de Quem Tem Nome na Alta Moda Brasileira
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| LILIANA SYRKIS assinando exemplar no lançamento de seu livro "Lila". |
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| LILIANA e GISELLA AMARAL. |
Eu que estava um perfeito analfabeto, sem ler nada antes de deitar, agora estou lendo um livro cheio de qualidades: “Lila”, da Editora Tix. O livro fala da história da famosa estilista polonesa Liliana Syrkis, que, de funcionária da Casa Colette, passou a ser dona do ateliê, da Maison Liliana, o famoso ateliê de alta moda no Rio de Janeiro, que depois de 40 anos “fechou por falta de mão-de-obra especializada”, disse Carmen Mayrink Veiga, uma das principais clientes do ateliê que vestiu também Farah Diba e a Rainha Elizabeth II, por exemplo.
Essa semana, conversando com a elegante Carmen, aprendi muito sobre a Maison Liliana, com detalhes sobre a qualidade de acabamentos das roupas, muitas com bordados Lesage e materiais trazidos de Paris pela Dona Lila, numa época de legítimo luxo, com produção exclusiva em forma de roupas de alta moda num padrão praticamente inimaginável pelos novos-ricos hoje em dia – limitados às coleções de moda que não refletem mais a essência da marca, menos ainda uma criatividade individualmente artística, onde os mais espertos, poucos, se estapeiam por um vintage para ostentar e brincar de ter e entender luxo. Quando o costureiro Hubert de Givenchy esteve no Brasil para participar do I Cobram (Congresso Brasileiro de Moda), em 1995, promovido pelo Instituto Zuzu Angel de Moda, da jornalista Hildegard Angel, a chique Carmen, que sempre vestiu Maison Liliana – assim como a marca Guilherme Guimarães, em meio a seu gigante acervo de alta costura francesa – em seus compromissos sociais pelo mundo, tendo de vestir apenas grifes brasileiras por causa do evento de moda, encomendou à Maison Liliana, dentre outros modelos, um vestido tipo túnica, azul-hortênsia, idêntico a um modelo dela, feito pela alta costura Givenchy em crepe na cor rosa.  A alta moda feita por Dona Lila venceu correntes de dificuldades que a levaram para cima, e não a derrubaram. Pode parecer impossível, à primeira vista, que uma profissional de alta moda tenha tido qualquer dificuldade, mas as dificuldades enfrentadas por Liliana Syrkis são pesadas. Quando criança, Dona Lila já fazia roupas para suas bonecas, depois, durante a Segunda Guerra Mundial, a pequena judia polonesa de Pinsk, junto a sua mãe e sua irmã, foram deportadas para a Sibéria, seu pai havia sido mobilizado para combater e foi assassinado pelo NKVD numa floresta. Enquanto isso, Liliana estudava e, em meio ao horror, remodelava blusas de lã para camponesas. Com isso, conseguia batatas e leite. Um ano depois, com o ataque de Hitler a URSS, os nazistas assassinaram os 40 mil judeus de Pinsk, Dona Lila perdeu todos os parentes. Quando a guerra terminou, a jovem Liliana, sua mãe e sua irmã vieram para o Brasil, onde já morava sua tia. Então, começou a trabalhar numa confecção e, depois, na Casa Colette, que passou a ser seu ateliê. O lançamento do livro aconteceu dia 24 de novembro, na Livraria da Travessa do Rio, e fiquei feliz ao receber o convite de Ana Borelli, casada com o filho da Dona Lila, o deputado federal Alfredo Syrkis, para o evento. Uma coisa é certa, a Liliana Syrkis tem nome, história e amigos que são uma riqueza. Leia o livro, compre seu exemplar clicando AQUI>>.
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| LILIANA entre seu filho ALFREDO SYRKIS e sua nora ANA BORELLI. |
Marcadores: alta costura, livro, moda, pessoas, social |
posted by Jamill Barbosa Ferreira @ 8:00 AM
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| quinta-feira, 8 de dezembro de 2011 |
Social - Bate-Papo com MARIA DIGNA PESSOA DE QUEIROZ
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| MARIA DIGNA em sua casa, em Recife. |
Maria Digna Pessoa de Queiroz, das mulheres mais elegantes do Pernambuco, gentilmente atendeu meu pedido para este bate-papo por intermédio de seu filho, o também gentil e elegante Ricardo Luiz Pessoa de Queiroz Filho. Dona da tapeçaria Casa Caiada, a famosa marca de tapetes feitos manualmente e comercializados do Recife para outros estados e exterior, Maria Digna é uma mulher de sucesso e considera a simplicidade e o bom gosto elementos indispensáveis da fórmula da elegância. Neste bate-papo ela comenta a criação da Casa Caiada, elegância, religiosidade, vida social pernambucana e união familiar.
JAMILL – A senhora é considerada a mulher mais elegante de Pernambuco e uma das mais elegantes do Nordeste. Qual a sensação de ser referência de elegância?
MARIA DIGNA – Nunca me ocorreu nem preocupou reivindicar posição de elegante e acho mesmo que não ocupo esse espaço.
JAMILL – Para a senhora qual é o segredo, a formula mágica de elegância?
MARIA DIGNA – Simplicidade e bom gosto.
JAMILL – Como surgiu seu interesse por decoração, por tapetes e abrir, há anos atrás, a Casa Caiada?
MARIA DIGNA – No seu início a Casa Caiada foi animada pelo propósito em dar um prolongamento à vida familiar, buscando realização na tapeçaria. Nossa idéia então era de transportar para os chãos brasileiros a beleza artística e histórica dos azulejos portugueses que cobriam fachadas de casas e igrejas no Nordeste do Brasil. Outras linhas de desenhos foram sendo acrescentadas à linha original da azulejaria, assim iniciamos os desenhos geométricos, a linha ecológica, a floral e desenhos meio contemporâneos.
JAMILL – Os luxuosos Tapetes Casa Caiada são verdadeiras obras de arte. É verdade que até os maridos das suas funcionárias trabalham na produção manual dos tapetes?
MARIA DIGNA – Sim é verdade que vários homens exercem com grande habilidade a tapeçaria, alguns após a volta do trabalho.
JAMILL – A que a senhora considera de bom gosto na decoração contemporânea?
MARIA DIGNA – Gosto muito dos ambientes modernos, limpos mas não prescindo usar peças antigas que cada um de nós tenha, herdadas da família, ou mesmo adquiridas.
JAMILL – Qual a opinião da senhora sobre moda brasileira? Moda e arte caminham juntas?
MARIA DIGNA – Por que não? Acho que a moda também é arte.
JAMILL – A senhora recebe muito em casa? Como é a vida social pernambucana?
MARIA DIGNA – O pernambucano tem por características ser reservado, mas ao mesmo tempo muito hospitaleiro. Não nos caracterizamos com que se chama vida social intensa, gostamos mais de receber nas casas e reuniões maiores acontecem em datas especiais como casamentos. Nos últimos anos as casas de eventos adquiriram importância social muito acentuada.
JAMILL – Como a senhora acha que os brasileiros estão nos quesitos organização e pontualidade?
MARIA DIGNA – A pontualidade nunca foi marcante entre os brasileiros e latinos de modo geral, porém no quesito organização temos evoluído muito.
JAMILL – A senhora é religiosa? como é a sua religiosidade?
MARIA DIGNA – O catolicismo está arraigado na alma nacional e preserva raízes históricas de 500 anos. A minha vem do berço e é preservada até hoje por próprias convicções que são extremamente fortes.
JAMILL – A sua família é sempre comentada como exemplo de estrutura familiar como é a D. Maria Digna mãe e avó? MARIA DIGNA – Nossa estrutura familiar é tradicional, mas voltada para a compreensão dos novos tempos. No nosso relacionamento de três gerações procuramos preservar o espaço de cada um, resguardar o entendimento mútuo. E assim nossos laços continuam fortes.
Fotografia: Jamill Barbosa Ferreira. Marcadores: click, entrevista, pessoas, social |
posted by Jamill Barbosa Ferreira @ 12:43 PM
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| sábado, 3 de dezembro de 2011 |
Alta Costura – Luxuosa Opulência e o Adeus a FRANÇOIS LESAGE, dos Bordados Mais Badalados do Mundo.
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| FRANÇOIS LESAGE desenvolvendo bordado. |
Os maiores desfiles de moda do mundo, na alta costura de Paris, explodiam o luxo de exclusivos e caros bordados em suas passarelas. Na alta costura, a qualidade e o conforto são praticamente a mesma potência de ofertas para as clientes mais civilizadas, altas e elegantes do mundo. Os bordados feitos em ouro e pedras preciosas, assim como aplicações de rochas brutas com ricas lapidações, davam aspecto artístico aos tecidos mais nobres – estou falando de tecidos verdadeiros, não de imitações populares – como linho, sedas, veludos e tantos outros; depois, também, às versões tecnológicas em exclusivas “receitas” para o mercado de luxo. Pilhas de contas de pedras preciosas e semi-preciosas, água-marinha, tubos de ouro, cabochões multicoloridos, pedras preciosas, jatos de brilhantes.
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| Bordado Lesage com ouro. |
Um fabuloso tesouro forma a coleção com mais de 100.000 amostras de bordados acumulados há mais de 200 anos e que dão muitas e ricas formas às ordens de temas determinados pelos costureiros mais badalados do mundo. Quinta-feira, 01, a moda deu adeus a François Lesage, responsável por manter os bordados mais badalados da alta costura. Eu não gosto de falar em números, mas, não tem outro jeito para explicar o trabalho de Lesage. A casa de bordados foi fundada em 1868 por Albert Michonet, que trabalhou para Napoleão III, depois, em 1924, a casa foi vendida para Albert e Marie-Louise Lesage, então, designers da Vionnet, a partir daí foi comandada por François Lesage que, aos 18 anos, voltou a Paris após trabalhar como figurinista, designer de famosos estúdios de cinema em Hollywood. Educado e trabalhador, François Lesage começa a colaborar com Pierre Balmain, Jacques Fath e, principalmente com Balenciaga e com a impaciente Elsa Schiaparelli que lhe dizia: “Você é a única pessoa que não tem medo de mim.” Em resposta, Lesage apenas sorria.
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| Alta Costura Yves Saint Laurent com rico bordado Lesage, coleção Van Gogh de 1988, inspirado no quadro "Le Iris" (Dir.), pintado 100 anos antes. |
Com parcerias tão fortes, como as que eu citei, e também com Givenchy, Yves Saint Laurent, Dior, etc., a casa de bordados prosperou na moda com suas lantejoulas, rendas, tules, sedas, brocados, flores de chiffon e constelações de arabescos. Num desfile de alta costura Chanel – eu estou falando em apenas 1 desfile –, por exemplo, é fácil notar o luxo visual enquanto os detalhes técnicos com mais de 80 mil esferas ou grãos de ouro, 1 quilômetro de pedras preciosas e mais de 1000 horas de trabalho são necessários para a coleção. E não podemos esquecer o vestido de casamento da filha do Rei Khaled, com bordados em 13 metros de roda, um dos vestidos mais caros do mundo.
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| LESAGE e YVES SAINT LAURENT (Esq.). |
E quando se analisa a coleção Van Gogh de Yves Saint Laurent, pode-se notar que os volumes e efeitos da pintura são camadas de finas fitas de cetim com mais de 60 fitas para cada efeito de forma, traços e curvas, de “tinta” como numa tela, que exigiram mais de 600 horas de trabalho por peça. Porém, como uma pessoa elegante pode decidir não seguir uma regra de estilo coletivo exatamente por ter estilo próprio, os bordados Lesage também mesclaram elementos simples como palha, com outros nobres para as mulheres mais elegantes do mundo. Assim, como a alta costura é uma técnica de perfeição, os bordados Lesage estão somados a exigência do luxo, a excelência. Pois, o bordado deve ser baseado no material incorporado ao tecido, ao visual, interpretado de acordo com a personalidade e com o temperamento, percebido pelo costureiro, das clientes. E, como a personalidade, que é moldada a partir do temperamento, o bordado é um reflexo artístico de estilo pessoal, em pedras preciosas e outros luxos. Como disse o próprio François Lesage, “a elegância é como um bordado que não se vê que é bordado.” É pra quem pode.
Ilustrações: Arquivo pessoal do Jamill. Marcadores: alta costura, arte, jet set, jóias, moda, pessoas |
posted by Jamill Barbosa Ferreira @ 8:00 AM
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| sábado, 26 de novembro de 2011 |
Comportamento – Filho de Peixe, Peixinho é |BRAD e HUDSON KROENIG
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| BRAD KROENIG e seu filho HUDSON |
Bom dia. Quando você veste roupas absolutamente inconfortáveis pela moda, desembolsa uma grana para atingir o coruto do luxo para assistir um desfile de moda em Paris, talvez espere que o rigor das roupas mostradas, assim como o rigor do fashion-designer, lustre seu ego em seu físico bem cuidado, perfumado, emoldurado pelas grifes mais badaladas do mundo. Como você custa caro, darling! Porém, é aí que a surpresa acontece. Ao som da orquestra, enquanto a fonte, no centro da passarela, lança jatos d’agua, como num jardim de um palácio, as pessoas mais importantes da moda assistem, escutam e observam atentas à nova coleção verão 2011 da Chanel. Então, pai e filho entram na passarela; nada menos que Brad Kroenig, um dos mais importantes, simetricamente bonitos e caros modelos do mundo, e seu filho, Hudson Kroenig, usando roupas iguais, desfilam atraindo olhares e acenos da platéia. Como a gente pode ser natural quando se é chique, elegante, educado. Tenho pais absolutamente exigentes com relação à aparência, portanto, é comum quando estou acima do peso escutar: “A altura está certa, mas o peso está ficando errado.” Eu sei que nem sempre os pais são bons exemplos, pois, exageram em coisas inacreditáveis e conseguem irritar esposa e filhos; mas, nunca se descuidam com aparência. É inacreditável, inaceitável, que uma pessoa que percebe quando uma casa precisa de reforma, por exemplo, não nota que deve ter a prática de ir ao dermatologista, ortopedista e endocrinologista a partir dos 10 anos de idade, inclusive incentivar os filhos, sem falar em ter massagista fixo e uma dieta de proteínas marinhas, naturais, de sangue frio e carboidratos cuidadosamente preparados – mesmo que, às vezes, extrapole no popular pão com maionese, ou um pastel de feira, por exemplo. Nunca um pastel de feira vai diminuir a condição econômica de uma pessoa; portanto, é inadmissível, outra vez, que qualquer pessoa no mundo deixe sua autenticidade em nome de uma falsa idéia de “status” que nada tem a ver com a verdadeira alta sociedade. Mas, é essencial que tenha em mente a responsabilidade de manter sua beleza e seu estilo; seja com um pastel popular ou o mais refinado doce, não custa comer apenas a metade. Dar o bom exemplo é importante, identificar a quem devemos fidelidade, lealdade, e quem mais nos ensina sobre tudo, é uma das jóias do livre arbítrio. Temos chance de encontrar pessoas indiscutivelmente especiais, mas, só é possível mantê-las com boa base familiar e segurança; do contrário, é a lama ao seu redor que tenta pegá-la, sim, pois cada pessoa é o que merece; mas, felizmente, como sempre acontece em níveis sociais mais elevados, a pessoa especial consegue soltar-se e voltar à sua realidade, onde trocará seus sapatos, interesses, e outra pessoa terá a chance de tê-la por perto. Como é bom ser incompreendido pelo povão, como é bom ser compreendido pelos humanos mais civilizados e finos. Mesmo que nossos pais sejam bem danados, eles são bonitos, vaidosos, nos dão orgulho e também, assim como nos dão bons exemplos, facilmente liberam, sem reclamar, muita grana para nossos caprichos. Está vendo como é fácil trocar os sapatos e voltar à sua realidade? Então, veja que bonito o pequeno Hudson – que já tem um closet cheio de peças das mais chiques grifes – com o pai, Brad, amigos de Karl Lagerfeld, desfilando, atraindo atenções e, principalmente, mesmo de jeans, bonitos, chiques e aplaudidos. Quem também desfilou foi Inès de La Fressange, manequim contratada pela Chanel nos anos 80, que fez as pazes com Karl Lagerfeld, pois, por causa de uma discussão entre os dois, seu contrato com a Chanel foi cancelado. No geral, o que vale mesmo é que os iguais se conhecem, reconhecem, aceitam. O que conta é sua realidade, o que você é em família. Marcadores: beleza, beleza masculina, click, comportamento, moda, moda infantil, moda masculina, modelo, opinião, pessoas, prêt-à-porter |
posted by Jamill Barbosa Ferreira @ 9:00 AM
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| sábado, 19 de novembro de 2011 |
Click – HILDEGARD ANGEL Vestida de Noiva pela Casa Collette
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O Click de hoje é da jornalista Hildegard Angel vestida de noiva em 1988. O vestido da jornalista foi publicado por ela para falar do lançamento do livro sobre a marca que assina seu vestido, que tem bordado de François Lesage, um dos poucos mais importantes ateliês de bordados da alta costura de Paris. O livro “Lila”, publicado pela Editora Tix, chega às livrarias contando a história da famosa Maison Liliana, ou Casa Collette, o ateliê de alta moda de Liliana Syrkis, no Rio de Janeiro. Roupas com visual e qualidade técnica, e material, de excelente qualidade, tudo trazido de Paris, ou, como no caso do vestido de noiva da Hildegard, mandado para ser bordado lá, estão nos armários de mulheres muito elegantes como a brasileira mais conhecida na moda internacional, Carmen Mayrink Veiga, e a também brasileira, que deu origem à expressão “patricinha”, mãe de dois netos da Carmen, Patricia Ferreira Leal. Marcadores: alta costura, casamento, click, jet set, livro, moda, pessoas, social |
posted by Jamill Barbosa Ferreira @ 8:34 AM
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| domingo, 6 de novembro de 2011 |
Moda – O Adeus a LOULOU DE LA FALAISE Que Refletiu e Inspirou o Luxo Em Acessórios
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| LOULOU veste YSL e colar de sua grife. |
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Jóias assinadas por Loulou para
a alta costura YSL. |
Ontem a moda perdeu Loulou de La Falaise, uma mulher elegante, chique, simples em seu estilo mimado e educado, típico das grandes personalidades do topo da pirâmide social. Amiga e colega de trabalho de Yves Saint Laurent, Loulou teve uma história de amor com o costureiro – não no sentido de relacionamento amoroso, eu estou falando em linguagem culminantemente chique, tenham atenção, por favor. Loulou fez acessórios muito luxuosos para as coleções de alta costura, algumas peças violentamente caras, exageradas e chiques, outras barrocas, tudo elegante, macio, moderno. Para a clientela de alta costura, assim como para Saint Laurent, o estilo criativo de Loulou, com sua imaginação desgovernadamente louca e cara – mesmo para ela, que dizia que não sabia desenhar –, apesar de fazer jóias que foram remodeladas em materiais populares pelo mundo e adaptadas ao povão, como as franjas de ouro, refletiu o luxo de uma maison de alta costura em acessórios que vestiram as mulheres mais importantes do mundo. Na alta sociedade, as pessoas são naturalmente cultas, possuem uma carga de experiências fantásticas, porém, nada nelas é propositadamente intelectualizado, até por que seria cafona, portanto, esse rígido toque de intelectualização adquirida limita-se aos acessórios.
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| Brincos de ouro e porcelana assinados por Loulou. |
É um reflexo, a cada visual histórico da alta moda, de algo que realmente acontece na história cultural humana. Portanto, um bracelete inspirado em escravos e bárbaros, de ouro maciço e diamantes, pode facilmente custar um castelo, e é refletido enquanto as bandas da moda embalam os bailes mais deslumbrantes dos ricaços que chegam a bordo de Rolls Royces e envergam o máximo do luxo tecnológico em tecidos e técnicas de alta costura capazes de atrair olhares curiosos até mesmo de extraterrestres de mundos distantes. Marcadores: alta costura, arte, jóias, moda, pessoas |
posted by Jamill Barbosa Ferreira @ 8:00 AM
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| terça-feira, 1 de novembro de 2011 |
Dica – HEBERT BRUNO CAMPOS na Revista Época: “A Internet Faz Mal ao Cérebro?”
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| BRUNO na foto que ilustra página dupla na matéria de capa na revista. |

Como é bom conhecer e ser amigo de pessoas de qualidade. Já está na banca a nova edição da revista Época (31/10/2011 - Edição 702) desta semana, com matéria de capa sobre a influência da internet na concentração, tem como colaborador meu amigo, o biólogo, pesquisador paleontológico e escritor de Campina Grande-PB, Hebert Bruno Nascimento Campos. Honesto, Bruno, que estampa página dupla na matéria de capa, conta que apesar de notar que o uso constante da internet, tanto por computador quanto pelo smartphone, tem reduzido sua concentração, ele tem ganhado com mais facilidade em comunicar-se com outros pesquisadores do Brasil e do exterior e, também, para lazer. Todos nós que usamos muito a internet, como eu que utilizo além do e-mail e o blog, também Twitter, FaceBook, Orkut e outros recursos da rede, devemos ler a revista. Além da entrevista com Bruno, há entrevistas com cientistas e dicas de livros sobre como usar a internet sem reduzir a concentração e a produtividade em outras atividades. Bruno, cujos pais são da área educacional, sua mãe é diretora de um colégio e seu pai profissional da área de desenho, que, inclusive, estudou com meu pai, tem uma preparação psicológica correta com relação aos métodos educacionais e incentivos de concentração e estudo. Sua dedicação em pesquisar pterossauros rendeu publicação de um livro, Dinossauros no Ceará, pelo Clube de Autores – mesma editora dos meus livros – e você pode comprar seu exemplar clicando >>AQUI. Leiam a revista e o livro. Marcadores: livro, pessoas, social |
posted by Jamill Barbosa Ferreira @ 5:37 PM
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| contato@jamillbarbosaferreira.com |
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Dedico este blog aos meus pais, que me colocaram no mundo e me possibilitaram uma vida de sonho desde que nasci e à Carmen Mayrink Veiga, com quem aprendi tudo o que sei sobre moda, sempre homenageada em tudo o que faço.
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