quinta-feira, 17 de novembro de 2005

Social & Moda - Paris Hilton veste criações de Carlos Miele

Paris Hilton, 24 anos, não tem muito tempo livre. Aliás, quase tempo nenhum. Sempre no foco de repórteres e fotógrafos, Paris encara tudo com muita naturalidade e não se cansa de criar e assumir novos projetos. Em meio a tudo isso, no mês passado ela esteve no Brasil por poucos dias e entre entrevistas e paparicos, lançou seu perfume. De tudo o que foi comentado e publicado me interessei especialmente pela exigência da bela jovem por usar vestidos do fashion-designer brasileiro de maior sucesso internacional da atualidade, Carlos Miele. Miele, que no passado, por causa das críticas no Brasil, declarou ter chegado a pensar em deixar a moda, hoje vive uma realidade digna de seu talento: possui várias lojas, especialmente a loja gigantesca em Nova York, decorada pelo arquiteto Hani Rashid. E veste mulheres conhecidas internacionalmente, como a Paris Hilton, que é mais que uma rica herdeira. Pode ter escorregado aqui, ali, mas quem nunca escorregou na vida, ainda mais aos 24 anos? Sem falar que com essa onda de funk com tanto apelo sexual que está começando, o que ela faz de "exagerado" não será sequer citado. Ela é linda, feminina e usa vestidos Carlos Miele. Para mim, Paris tem muito charme. Seu charme está longe de ser dinheiro, e os vestidos Miele completam toda a atmosfera, porque ele é um craque. Para quem viu (pela televisão) a Paris Hilton posar para os fotógrafos aqui no Brasil, está convencido de que seu maior charme é o sorriso. E é aí que está um bom exemplo que podemos tirar da jovem. As pessoas, em geral, reclamam das inevitáveis adversidades da vida, mas, esquecem que o sorriso é uma atitude necessária não só para atrair olhares que gostam da beleza, mas para expressar sempre um espírito superior, de quem é capaz de lidar com os tropeços da vida e com o que vier. Ninguém admira rostos fechados e sombrios. O sorriso é uma atitude fascinante e poucas são as pessoas que têm a virtude do sorriso natural. Mas, até para os casos piores, vale lembrar que assim como toda virtude o sorriso também pode e deve ser cultivado. Antes eu me perguntava de onde teria surgido essa luz para que a Paris Hilton fosse cada vez mais publicada e comentada. É interessante, sim, toda a estrutura que ela mantém ao redor, incluindo o sobrenome que é a marca de sua fortuna. Mas, a sua luz está na sua atitude, nos seus sorrisos e, especialmente, para nosso orgulho, nos vestidos do Carlos Miele. Ela sabe agradar.

Fotografias: Paris Hilton usando um vestido assinado pelo estilista Carlos Miele, e o próprio.

quarta-feira, 16 de novembro de 2005

Social - Bethy Lagardère, a brasileira adorada na Europa

Merecidamente considerada uma das mulheres mais chiques do mundo pela revista Harper’s Bazaar, a mineira Bethy Lagardère, viúva do empresário Jean-Luc Lagardère, é dos mais fortes reflexos de elegância e feminilidade da Europa para o mundo. Ela foi modelo, continua jovem, bonita, com o mesmo ar de manequim; é visivelmente simpática, cativante, ama o Brasil e é amiga de grandes nomes da alta costura. Até o dia 18 de novembro de 2005 estarão expostos, em São Paulo, no Centro Universitário SENAC – Campus Santo Amaro, algumas das criações de alta costura feitas para Bethy Lagardère por grandes nomes da alta moda como Yves Saint Laurent, Dior, Ungaro, Pierre Cardin, Karl Lagerfeld, Jean Paul Gaultier, Tom Ford. Muitas criações inspiradas na bandeira brasileira, muito verde e amarelo, inclusive em acessórios e sapatos. Uma profusão do amor de Bethy pelo Brasil, pelas cores brasileiras. A exposição é mais uma grande oportunidade para os estudantes de moda, os interessados em moda no geral, lembrando que em 2003, no Rio, a fascinante Carmen Mayrink Veiga, uma das mulheres mais elegantes do mundo, aceitou expor alguns de seus vestidos na Casa de Arte e Cultura Julieta de Serpa, numa produção de muito luxo e beleza. A alta costura é uma obra de arte. Além do glamour, do luxo e da sofisticação nas roupas da elegante Bethy, há também a lição que supera o sentir e o vestir e envolve o interior, como ser uma pessoa glamourosa, luxuosa, sofisticada e elegante com o máximo da naturalidade. Essa é a lição do estilo Bethy Lagardère: doce e imponente ao mesmo tempo. Há notícias informando sobre a produção de um documentário feito por Luís Carlos Barreto em parceria com o Canal 3 da França, sobre a mineira que conquistou Paris na década de 70. Mesmo com toda a sofisticação em sua vida, amiga de grandes nomes da alta costura, artistas e personalidades do grand monde, Bethy nunca mudou seu jeito de ser, seu estilo, sua simpatia - sempre aparece sorridente, atenciosa com todos. "Sou apenas uma brasileira que ama seu país. Uma mulher que adora pão de queijo, doce de leite e guaraná", autodefine-se Bethy Lagardère, a brasileira que é elogiada, admirada e publicada em Paris, no Brasil e no mundo por ser exatamente assim, por ser ela mesma. E isso é bacana.

quarta-feira, 2 de novembro de 2005

Carmen Mayrink Veiga , a Papisa da Alta Sociedade

Esqueça tudo que você já leu sobre uma mulher ser bonita e elegante. Porque, por mais que se explique, só mesmo conhecendo a Carmen Mayrink Veiga para entender.
Carmen Mayrink Veiga é, sem dúvida nenhuma, a mulher mais elegante do Brasil e uma das mais elegantes do planeta – está no Hall of Fame. É a única pessoa da alta sociedade brasileira que tem, verdadeiramente, uma vida internacional, apoteótica em cada detalhe. É linda, elegante, educada, carismática, religiosa. Impressiona a quantidade de capas de revistas, notícias nacionais e internacionais sobre ela e isso acontece desde sua adolescência. Tem milhares de admiradores pelo mundo afora e não poderia ser diferente... As mulheres a imitam. E, como ninguém é perfeito, muitas a invejam.
Há anos dedico minha pintura à sua beleza e não existe uma única pessoa de bom gosto que não admire a Carmen Mayrink Veiga. Por isso, Cândido Portinari a retratou, poetas como Carlos Drummond de Andrade e Vinícius de Morais, por exemplo, escreveram poemas inspirados nela. O Vogue publicou uma edição inteira, "Sempre Carmen", sobre ela. Quando a Editora Nova Fronteira trouxe ao Brasil a bíblia de etiqueta no mundo, ‘O Livro Completo de Etiqueta de Amy Vanderbilt’, convidou Carmen, a única pessoa no país capaz de atualizar e comentar o livro para a realidade brasileira. Antes, pela Editora Globo, foi publicado o ‘ABC de Carmen’, com dicas gastronômicas, de decoração e estilo – o estilo Carmen de ser. Eu teria de escrever inúmeros parágrafos para tentar expressar parte da minha admiração por esse símbolo de beleza, elegância e refinamento, e parte da admiração dos brasileiros por ela. Evidentemente não dá. Por isso, vou me deter em temas que particularmente me impressionam: a beleza, a moda, seu amor pelos gatos e a elegância.
  • BELEZA, ALTA COSTURA, EXPOSIÇÃO E GATOS: Carmen Mayrink Veiga tem uma beleza imutável. Mesmo com todas as grandes jóias que tem, não precisa de nenhuma delas para ser notada, porque, as grandes jóias passam despercebidas diante da sua beleza natural. O seu sorriso é marcante, carismático. Os olhos "cor de avelã", como ela própria os descreve, são bonitos, enigmáticos e expressam toda a sua inteligência, cultura, seu conhecimento. Tem voz calma, expressando natural e elegante serenidade. Não há ninguém igual a Carmen Mayrink Veiga, que encanta não só o Brasil, mas também os principais grupos europeus em sua vida internacional. É amiga de grandes nomes da alta moda como Valentino e Givenchy, por exemplo, e como cliente sempre vestiu suas criações da alta costura. Possui centenas de vestidos assinados pelos maiores nomes da alta moda mundial: Yves Saint Laurent, Ungaro, Azzaro, Cardin, etc. Em 2003 foi organizada, na Casa de Arte e Cultura Julieta de Serpa, uma exposição com alguns de seus vestidos de alta costura – ela tem muitos - centenas, repito - e alguns foram doados para museus de moda. A exposição foi um sucesso, todos queriam ver e sentir um pouco do deslumbrante mundo de Carmen Mayrink Veiga. Muitas fotografias decoravam paredes da casa de cultura, inclusive uma foto ampliada dela criança, posando com um vestido bonito e cheia de estilo; e as fotografias estavam também em alguns dos muitos álbuns de registros, todos com um bonito cartão decorado com gato. Os felinos estavam por todo lugar, um corredor da exposição estava decorado inteiramente com o tema e vários quadros de gatos de Aldemir Martins e outros grandes pintores. A paixão de Carmen Mayrink Veiga por gatos é sempre comentada por todas as revistas e jornais, fãs e curiosos. E os gatos também têm paixão por ela. Gatos são elegantes, têm andar rebolante, eles têm muita personalidade. Eu não imaginaria outro animal de estimação para a linda e elegante Carmen.
    Para mim, só Carmen Mayrink Veiga, com sua naturalidade, é capaz de definir tão lindamente, tão poeticamente a autêntica elegância. Carmen Mayrink Veiga ontem, hoje e sempre: a papisa da elegância no Brasil.
RESUMO BIOGRÁFICO: Carmen Mayrink Veiga, nascida Carmen Therezinha Solbiati, neta do Barão do Arari, filha do casal Maria de Lourdes e Enéas Solbiati (Comendador), descendente de uma rica família de Milão e atuante, no Brasil, na produção cafeeira e bancária, nasceu em Pirajuí, interior de São Paulo; ainda muito jovem foi considerada pelos jornalistas de Nova York como uma das mais bonitas mulheres do planeta. Foi retratada por artistas famosos como Portinari, Di Cavalcanti e Pedro Leitão, por exemplo. Entrou na lista das mulheres mais elegantes do Brasil na década de 50. Logo depois, para o Hall of Fame, da Vanity Fair, como uma das mais elegantes do mundo, na época de total e absoluto glamour, quando a lista era assinada pela chique Eleanor Lambert, que foi sua amiga, e, uma curiosidade, fundou a semana de moda de Nova York.
Casou-se em junho de 1956 com o empresário Antonio Alfredo Mayrink Veiga, com quem tem dois filhos: Antenor Mayrink Veiga e Antonia Mayrink Veiga Frering. Seu vestido de casamento, um modelo com cintura de vespa por Pierre Balmain, tinha gola chinesa e foi feito com 80 metros de cetim perolado. Carmen usou no cabelo uma linda mantilha belga que pertencera a sua avó, a Baronesa do Arari e na mão, ao invés de um buquê de flores, segurava um grande terço. Cliente e amiga de grandes nomes da alta costura internacional, Carmen sempre foi publicada nas mais importantes revistas e congêneres da Europa e Estados Unidos como símbolo máximo da América do Sul no restrito grupo de clientes da alta costura. A alta moda sempre a cobriu da cabeça aos pés, circulando pelo mundo social, das artes. Famosa pelas amizades na realeza, pelos bailes black-tie, as caçadas nos castelos, viagens por todo o mundo, exposições de arte, gatos, de porcelanas asiáticas...
Amiga de realezas, artistas de Hollywood. Considerada a brasileira que mais voou de Concorde (o avião supersônico). A única brasileira citada na biografia oficial de um dos mais importantes costureiros franceses, Yves Saint Laurent. Carmen escreveu o livro 'ABC de Carmen', publicado pela Editora Globo em 1997, ensinando a receber bem, seu estilo pessoal. Foi convidada para atualizar e comentar, para a América do Sul, o mais importante livro de etiqueta do mundo: 'O Livro Completo de Etiqueta de Amy Vanderbilt', publicado no Brasil pela Editora Nova Fronteira. Em 2003, a Casa de Arte e Cultura Julieta de Serpa, no Rio de Janeiro, organizou uma exposição com 67 de seus mais de 400 vestidos de alta costura - uma coleção considerada rara pelos especialistas em arte e alta moda. A iniciativa ajudou estudantes, consumidores e amantes da moda a verem de perto uma moda tão exclusiva. Carmen Mayrink Veiga foi fotografada para revistas do mundo todo pelas lentes de Scavullo, Avedon, Mario Testino, Bob Wolfenson, Miro, Tuca Reinés, Andy Warhol, etc. Carmen gosta de gatos, terços e borboletas. Seu aniversário é no dia 24 de abril. Ela é uma mulher elegante e reconhecida no jet set, entre realezas e o top das famílias tradicionais, como uma das mais elegantes do mundo.

terça-feira, 1 de novembro de 2005

Publicidade - Como anunciar


Como anunciar no Blog do Jamill:
 
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