sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

FELIZ NATAL, um Pedido do JAMILL



Cadela abandonada com filhotes na rua.
O Natal é a data que mais gosto, a mágica da beleza das luzes e das homenagens ao Menino Jesus e todo o significado de união, confraternização e alegria das crianças é especial e nos faz bem. As comidas especiais que perfumam as casas, os cartões, tudo é bonito no Natal. Hoje, dia 24, é a Noite de Natal, nesta data os pedidos valem o dobro. Eu quero que cada um de vocês possa estar em família, com seus amigos, comemorando esta data tão bonita. Enquanto vamos à missa e fazemos a ceia em nossos confortáveis endereços, há inúmeras crianças, idosos e animais que precisam de nosso apoio. É importante ir à missa, fazer a ceia, reunir a família, assim como é importante fazer caridade. Nesta noite tão bonita, quando comemoramos o nascimento de Jesus, rezemos pelos animais de rua, pelas pessoas que precisam de ajuda, façamos caridade dando comida e água aos animais que passarem por nosso caminho na rua. Peçam aos padres que falem na missa sobre a importância que é ajudar os animais abandonados que estão doentes, com fome, sem saber por que sofrem tanto. Protejam os seres vivos, esse é um dízimo valioso, assim vocês serão recompensados e terão a prova de que dando amor aos animais, crianças e idosos abandonados, tudo que você pedir em suas orações será realizado, fortalecendo assim seu testemunho para que outras pessoas façam o mesmo. Há muitas ninhadas jogadas à própria sorte nas ruas, reze por elas, salve-as, dê comida aos inocentes e indefesos que sofrem sem explicação, ajude os animais de rua e todo milagre em sua vida será possível. Feliz Natal!

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Alta Costura – Vestido de CARMEN MAYRINK VEIGA em Estréia no Brasil

Não há quase nada tão bonito quanto a alta costura, a moda mais chique e cara do mundo. O mais interessante na alta costura é o valor atemporal. Assim como uma pintura, escultura, jóia, elementos que estão além dos limites das tendências e efemeridades, um traje da alta costura é uma jóia artística de abafar mesmo! A brasileira Carmen Mayrink Veiga, considerada uma das mulheres mais elegantes do mundo, possui catalogados – nos registros da alta costura de Paris – nada menos que 412 vestidos dessa espetacular categoria. Para a sessão exclusiva para convidados do filme “O louco amor de Yves Saint-Laurent” no Brasil, os organizadores conseguiram que Carmen emprestasse seu famoso vestido shocking-pink com assinatura da alta costura de Yves Saint Laurent, considerado pelo costureiro, em publicação da W inglesa, o vestido que ele mais gostou e foi admirado por convidados como Regina Martelli e Antonio Bernardo, por exemplo. O vestido foi desfilado em Paris, abrindo à mostra de outros vestidos que lotam o gigante closet da jet-setter, desfilados quando o costureiro aposentou-se em Paris. Mais chique impossível. LEIA MAIS SOBRE O VESTIDO DE CARMEN MAYRINK VEIGA E ASSISTA O DESFILE >> AQUI

sábado, 18 de dezembro de 2010

Moda – Ande na Moda, Lady | BARBARA WALTERS e LADY GAGA

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Entendi a Lady Gaga como uma pessoa "na moda" quando assisti sua entrevista para Barbara Walters que, para mim, é a melhor entrevistadora que tem – além de ser chique e, apesar de loira e usar franja, é bonita. Para a entrevista, Lady Gaga usou Chanel! Pensava que seria uma daquelas horríveis roupas? Usou Chanel mesmo! Não é só isso não. Fiz questão de publicar o trecho do vídeo da entrada das duas para a entrevista e olha só que porte que a Lady Gaga tem para a moda! Às vezes, a gente vê uma pessoa muito extravagante que não tem porte para uma produção mais sofisticada, isso é fácil de exemplificar: Anna Dello Russo. Ela é feia e não tem porte para moda; e fica querendo dar uma de doida, num estilo artificial demais; então, isso é muito chato pra quem entende mesmo de moda. Voltando sobre Lady Gaga, só não gostei do vestido de carne, que é um nojo! Fora isso, sou mais o devaneio fashion da Gaga do que aquela moda chata da Amy Winehouse, com bebidas e drogas que, apesar da voz e do cabelo bacana, não está com nada. Ah, Lady Gaga, Lady Chic!

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Click – CARMEN MAYRINK VEIGA e SONIA ISNARD no Tom da Moda

O Click de hoje é da minha querida e amada amiga Carmen Mayrink Veiga, uma das mulheres mais elegantes do mundo, com look casual, bem na moda, obviamente, com camisa em tom branco e vermelho, natalino, ao lado de Sonia Isnard, também na moda, com suave estampa apropriada, observadas por uma senhora, atrás, que certamente exclama a famosa frase "Olha, é a Carmen Mayrink Veiga!", na Via Flores, em Ipanema.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Moda Masculina – O Xadrez, o Jeans e os Óculos de Sol no Look de Verão Brasileiro

O xadrez nunca deveria ser usado somente por modismo, mas, sim, por ser bonito. Claro que há alguns tipos mais ou menos bonitos, mas, mesmo assim, o que conta é a combinação com um bom jeans e o bom caimento. Eu sigo algumas regras de vestuário próprio, no Natal, por exemplo, na noite de Natal, eu visto calça xadrez desde pequeno e mantenho isso porque o look é bonito, porque me faz entrar no clima do Natal. Com a moda dos xadrezes inspirados nos lenhadores americanos, é possível que as mais bonitas camisas aliadas aos jeans mais ‘estonados’ da estação, com slippers sem meias, obviamente, ou botinas, e óculos escuros estilo aviador, de acetato, completem o look do homem no almoço de Natal. Separei a camisa Lee [1] num xadrez grande e óculos Yves Saint Laurent aviador [2], elementos fashion que eu particularmente uso. O jogador de futebol David Beckham [3], fotografado com o filho, usa exatamente o que é ideal para o xadrez – apesar da estampa escolhida por ele ser horrível; eu prefiro xadrez maior – no verão brasileiro, ligeiramente justo, com jeans e os óculos indicados – apesar do estilo aviador, os óculos usados por ele não são de acetato, como deve ser o chique atual. Detalhes, detalhes. Depois, o ator Ashton Kutcher [4] também exemplifica um look mais descontraído, com camisão xadrez em tamanho menos justo, usado aberto sobre outra camiseta. A barra virada, "barra italiana", na calça de Kutcher é ideal para homens altos que se incomodam com a altura, pois causa efeito visual de encurtamento das pernas, o que é impossível para a maioria, já que ser alto é um luxo. Por mais que para alguns o xadrez pareça “caipira”, para mim o xadrez é apenas algo bonito e, sendo assim, os caipiras saem ganhando elogio.

domingo, 12 de dezembro de 2010

Moda – Para a Ceia de Natal, o Traje em Tons e Comprimentos Ideais para a Mulher

Para o jantar de Natal, indico que a mulher use vestido em comprimento médio, na altura dos joelhos, basicamente em tom pastel, estampas suaves, delicadas, em tons natalinos como vermelho, dourado, verde, ficam bem quando a roupa tem qualidade, quando o tecido é bonito. O decote é “V” quando você quer alongar sua silhueta [2, 3, 5], causando um efeito visual apropriado para quem tem muito busto ou está acima do peso e se incomoda com isso. O decote canoa, ou então o “U”, alonga os ombros [1, 4]. O toque de modismo fica por conta de uma faixa ou cinto marcando a cintura. Apesar da produção para desfile não combinar as cores dos cintos com as cores dos sapatos, ou sandálias, na maioria dos modelos selecionados desses exemplos de Oscar de la Renta, considero brega o uso de cinto e sapatos de cores diferentes. Os decotes são grandes e devem ser delicadamente cobertos por um bolero em tecido como tafetá ou mesmo renda, se a mulher for, antes da ceia, à missa. Ninguém deve usar decote ou roupa curta em igreja. Se a mulher é convidada para baile black-tie de Natal, o uso de um longo [6] com os mesmos detalhes de estampas e cores e um efeito de volume dado por tafetá, por exemplo, dão a sofisticação necessária para essa época tão bonita. QUER CONTRATAR CONSULTORIA EXCLUSIVA SOBRE ROUPA? CLIQUE >> AQUI




Veja mais algumas dicas aqui: 


sábado, 11 de dezembro de 2010

Moda Masculina - Roupa de Banho Para o Homem

Modismos raramente ficam bem em homem, então, continuo não aconselhando trajes de banho curtos, finos ou estampados para os homens. Entre sunga e short, eu aconselho o short. Claro que continuo achando jeca ir à praia, “tibungar” no mar sob sol escaldante. Praia, para mim, só se for particular, à noite. Durante o dia tem que ser vista de janela. Voltando ao que interessa, as opções de shorts que indico são dois exemplos Dolce & Gabbana [2, 3], esses são baseados no clássico modelo “Sta. Lúcia” [1], da Levi’s. Não é nada caro, é barato; no mais, quem não pode comprar, vai encontrar shorts parecidos em lojas populares. Porém, nem sempre os tecidos são iguais. Há muita preocupação quanto aos trajes de banho brancos, porque dizem que fica quase transparente depois de molhados. Mas, isso depende do tecido, da qualidade, daí vem motivo de comprar marcas específicas. Investir em qualidade é opção certa, assim como preferir usar um short liso como traje de banho. LEIA MAIS SOBRE SUNGAS E TRAJES MASCULINOS PARA PRAIA E PISCINA >> AQUI.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Video - Tecnologia, Moda e Extravagância: Ralph Lauren 4D

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Algumas frescuras são necessárias para ter noção de certos prazeres inexplicáveis. A tecnologia colabora para isso. Então, quando a pessoa tem estilo e beleza, é admirável. Acho chiquérrimo quando a linda e exuberante Carmen Mayrink Veiga usa óculos 3D com esmeraldas para assistir em sua TV 3D gigante enquanto toma chá. Para assistir o vídeo da Ralph Lauren em 4D, eu quis entrar no clima, vesti roupa inconfortável de veludo e musselina, sapatos e meias, luvas, peguei um copo de suco de morango e biscoitos de amêndoas e liguei a TV. Então, eu viajei enquanto assisti, com direito a expressões de surpresa para meu próprio deleite. O Jamill Barbosa Ferreira ultra-tecnológico.

domingo, 21 de novembro de 2010

Moda e Comportamento - Atrevimentos: Excessos e Exceções

Sabe de uma coisa, quando eu penso seriamente no comportamento atrevido das pessoas, eu prefiro que as doses de atrevimento fiquem restritas à intimidade. Não tem coisa mais chata do que gente inconveniente em festa, que tenta ser atrevida com perguntas e propostas que ninguém é obrigado a responder ou aceitar, menos ainda a dar qualquer atenção que seja. Se você quer ser atrevido(a), seja com sua namorada, seu namorado, isso vale e ajuda exteriorizar sensualidade, sexualidade, charme e desenvolver uma linguagem entre vocês. Mas, não tentem levar isso adiante, para convívio social. Uma pessoa realmente elegante e bonita que se veste bem para ir a uma festa, não quer nem pensar em ter que tirar a produção para atender desejos efêmeros e baratos de qualquer pessoa que use de uma técnica de sedução desnecessária, tornando-se chata com pensamento erótico; além do mais, se a pessoa é bonita, é provável que já seja comprometida. É bom sair às vezes, mas conversar coisas úteis. Não dá, né? Então, prefiro continuar na moda. E quando a gente vê um desfile como Lanvin e H&M, por Alber Elbaz, com manequins naturais, sem forçar seriedade, rindo, é fácil perceber como o atrevimento é bacana na moda, sobretudo com essa coisa de manequins sérias desfilando, que eu acho chato. A gente tem de saber que o ser humano é uma espécie que tem obrigação de ser civilizada, portanto, ninguém é obrigado a freqüentar a exceção da coisa.

Foto: Manequim para desfile Lanvin e H&M.

domingo, 14 de novembro de 2010

Opinião - Vogue Brasil agora pela editora Globo Condé Nast


Recebi a primeira edição de Vogue Brasil pela editora Globo Condé Nast. O visual é o mesmo, mas a qualidade dos nomes que assinam as reportagens está voltando à qualidade – apesar de manterem a Costanza Pascolato, que, em minha opinião, escreve superficialmente a partir de fontes de outros jornalistas de moda, mas eu excluo a página dela e fica tudo certo. Não gostei da capa, a Isabeli Fontana é bonita e poderia estar com um look bonito, mas com esse vestidinho sem graça, não gostei. Já a produção da Fernanda Tavarez no ensaio que deveria ter feito capa, está nota 10! Sou chato? Pode ser que sim, mas, minhas críticas são realistas. A Carta Editorial que publicava a edição brasileira perdeu a mão de como fazer uma revista de moda, outras publicações como Elle Brasil e Marie Claire, por exemplo, estavam mais interessantes, mais cuidadosamente elaboradas para o público, pelo menos para quem tem muito conhecimento de moda. Eu gosto de assinar uma revista e receber qualidade a cada edição, sei da qualidade de minha percepção de moda, do meu bom gosto, então, é inadmissível receber e ler edições cheias de assinaturas que não têm nada a ver com moda, algumas com perceptível objetivo de autopromoção. Isso é fajuto demais. Mas agora, com a editora Globo Condé Nast, espero que a qualidade que se espera da revista Vogue volte e que não fique como outras revistas Globo, que só mostram atores e apresentadores da emissora Globo, que fizeram da revista Quem uma palhaçada.

domingo, 7 de novembro de 2010

Moda - Arte, Desejo, Loucura e Matéria

Vez ou outra a gente usa uma roupa 'inconfortavelmente' apertada, sexy ou qualquer coisa que mostre intimidade física e/ou desconforto camuflado pelo charme só para explicar que "é a arte". A gente sabe fingir bem com a moda, até quando não precisa explicar, justificar. Para mim, roupa boa é a que oferece vitaminas e antioxidantes, ativa a renovação celular, as energias complexas e a absorção de oxigênio em seu efeito. "Como isso é possível?", você me pergunta. A resposta é simples: sendo! Sabe, seria ótimo visitar o Mundo Antigo de kimono de linho; desembarcar de uma espaçonave que atravessa dimensões físicas e psicológicas, passageiros cobertos por jóias Harry Winston, assombrando civilizações antigas e fotografando cada peculiaridade, enquanto, para manter a prataria impecável, treinaríamos ancestrais. A humanidade é assustadoramente curiosa. As pessoas mais civilizadas do mundo, em biótipos que ultrapassam 2 metros de altura, discretamente alterados com saltos que artificializam o andar e as poses. Diana Vreeland acharia – e perderia – a noção do luxo diante de tanta superficialidade. Em meu novo livro sobre jóias, faço questão de falar nesse mundo de fantasias, com ilustrações que apresentam a técnica da mudança físico-comportamental que somente a moda pode dar a uma pessoa sofisticadamente fashion. Mas, isso é outra história; aliás: isso é outra física. Grã-finos e dondocas surgindo em qualquer lugar do mundo e do tempo, em desertos, montanhas e à beira mar. Estranhamente embebidos pela emoção, usando tecidos ultra-tecnológicos, de total impermeabilização, numa parada para o chá sobre o mar, surtam e mergulham com super vestidos em meio a grandes, e geneticamente modificados, tubarões brancos, distribuindo litros de Coca-Cola anos 80 para as feras marinhas. Em meio à loucura, uma humana usando gigante vestido caramelo e meias vermelhas espeta um broche de diamantes num peixe palhaço que, paralisado em suaves movimentos, encara a doidivanas por minutos, horas e dias. Como nossa memória segura o tempo! Está na hora de voltar para a nave, senhoras e senhores. Guindastes Rolls-Royce se ocuparão de trazê-los à superfície, onde um robô com pele de foca oferecerá lentes para rever a alta costura de Givenchy por Alexander McQueen, enquanto alguns passageiros sairão da espaçonave e voltarão do coma. A independência nos possibilita experimentar muita liberdade, especialmente em destinos extraordinários, distantes do controle físico e imaginário. Aproveite, porque os sonhos podem ser mágicos; especialmente à noite, quando tudo é permitido.

sábado, 23 de outubro de 2010

Click - Mãe e Filha São Um Sucesso: CARMEN MAYRINK VEIGA e ANTONIA FRERING

Estou muito feliz com a estréia da Antonia Frering, filha de meu ídolo Carmen Mayrink Veiga, ambas lindas; mas, a Carmen é muito, muito, muito linda! A estréia da comédia O Pintor foi dia 20, no Teatro Leblon, Sala Marília Pêra, no Rio de Janeiro, mas, na terça-feira, dia 19, teve a estréia para convidados. Sucesso para a Antonia! Tudo que somos e temos devemos aos nossos pais e a foto de mãe e filha está linda, provando que família é tudo!! Elogios são importantes, principalmente merecidos como os que a Antonia merece, porque incentivam a construção de tudo sobre a base, o alicerce firme e forte, que a família dá. Amo a Carmen e o carinho dela com a Antonia mostra que na vida podemos contar com Deus, com nossos pais e com nós mesmos. Sucesso para a Antonia e eu estou felicíssimo com a foto, pois simplesmente amo a Carmen, elogiadíssima pela platéia de famosos como a atriz Glória Pires, por exemplo.

sábado, 16 de outubro de 2010

Modelos – DIOGO FERREIRA e BIANCA AGRA No Meu Foco da Moda


Sempre que vejo um desfile de moda, minha cabeça é direcionada ao vestuário: movimentação dos tecidos, alinhamento das peças, combinações, etc. Eu gosto da coisa técnica dentro do que entendo, do que consumo e exijo da moda. Os modelos e manequins me interessam no que eles podem oferecer de mais natural para a apresentação de moda. Porém, todo mundo já sabe que o mais natural é o mais complicado. É quase impossível fazer desfilar um terno num modelo muito musculoso, assim como um grande decote fica pobre numa modelo muito magra. Eu estou falando de inteligência em vestuário. Há intenções diferentes em cada produção de moda comercial, tem também o negócio da maquiagem temática, das tentativas de ludibriar o que realmente interessa na moda sob uma desculpa teatral ou “artística”. Não, eu não me interesso por isso em desfile de moda. Eu quero saber, sim, como analista de apresentação de moda, se o modelo tem ombros alinhados, físico reto e membros proporcionais para valorizar a roupa comercial. Sim, eu quero saber se a manequim vai revelar, na sua naturalidade, uma maior valorização de sua expressão através do que ela veste. Isso vai espelhar a função da roupa para o espectador, para o cliente. De resto, eu quero saber se o desfile me atraiu pelas roupas e se elas estarão em meu armário, enquanto o lado comercial enche o caixa. Isso é o que pode e deve ser entendido como idéia de moda para o consumidor. É mais fácil fazer a coisa da fantasia temática do que encarar o desafio válido e rico de vestir e desfilar uma manequim gorda atribuindo beleza e sofisticação a um tipo físico cada vez mais constante no mundo. Enquanto a moda brinca de fantasia, eu brinco de vestuário. Eu teria de reformar todo um desfile de moda brasileiro para que tudo ficasse perfeito. Mas, com a exigência do físico, beleza e expressão perfeitos para conduzirem uma coleção, é possível ter uma sensação que supera qualquer expectativa fashion. A linguagem é técnica demais? Que nada. Pensa que lidar com apresentação de moda é coisa fácil? Não é não. O espaço dos modelos e manequins parece estacionado, isso é sério; tanto que estamos habituados aos mesmos nomes desfilando moda em São Paulo e no Rio de Janeiro. Mas, talvez seja uma tentativa forçada de nos mostrar que não é quem desfila que importa, porque a gente tem de ver a roupa. Mas, agora com certeza, aposto que é só coincidência. Daí, fico surpreso com um modelo paraibano, Diogo Ferreira, de ombros alinhados, pescoço longo em fotografia, expressão essencialmente masculina para a moda que precisa vender para homem, num padrão de possibilidades estéticas em cabelo, olhar. Não precisa mais que isso, porque ele tem porte para skinny jackets, para os resultados da tecnologia spray para construção de roupa. Isso é moderno e clássico ao mesmo tempo. Não quero saber de androginia em moda masculina, por que não vende! Quero saber de masculinidade e porte para a moda, na moda. Enquanto o Diogo tem porte para uma rígida, moderna e vendável moda masculina mesmo que seja envolta por veludos, musselinas e ajustes, a também paraibana Bianca Agra valoriza a delicada feminilidade tão buscada por fotografias de locações naturais e tecidos esvoaçantes com jóias de preciosidades naturais como as pérolas e as esmeraldas. Também na arte, com batom propositadamente borrado, ar assustado e um beijo atrevido para a câmera, por exemplo. Ou colocando cílios postiços, com dedos repletos de anéis e pesado bracelete no braço enquanto um pesado, e caro, brinco atravessa a foto dando o toque comercial que toda marca quer: atrevimento, coragem, sedução e beleza. Eu gosto desses dois modelos e quero fotografá-los. Contrate-os pelo serviço abaixo. Está dado o recado.

Diogo Ferreira e Bianca Agra, Agência Team de Campina Grande-PB
www.agenciateam.com
contato@agenciateam.com
FONES: (83) 8731.8361 / 9936.3175

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Moda – JOSÉ GAYEGOS, o Enigma Fashion dos Equilíbrios

Para permanecer atraente, a moda precisa de um toque de magia que somente um “nome-grife” pode imprimir. O nome, na moda, é muito forte. José Gayegos imprime à moda brasileira o refinado, autêntico e rigoroso toque de perfeição técnica que somente quem tem um histórico tão rico no assunto poderia fazer. Gosta de qualidade e se permite conhecer novidades, que, vez ou outra, estiliza junto às peças vintage e constrói uma importante expressão de estilo, atraindo atenções, admiração e inveja. Foi assim quando apresentou seu programa Rendas&Babados [veja abaixo como assistir] com um jaquetão de swarovski crystals, um luxo comparado à coleção de Alexander McQueen para Givenchy em 1998, quando o designer inglês jogou peças bordadas com cristais para embalar sua inspiração no jazz de Miles Davis. Depois, para o mesmo programa, após uma de suas temporadas em Las Vegas, Gayegos optou pelo jeans - que ele veste bem: de chapéu, gravata, camisa bacana e uma jaqueta assinada por ele próprio nos anos 80 para a Lois. Você consegue imaginá-lo divertindo-se num clube da moda de Nova York e muito formal num dos casamentos mais pomposos de São Paulo, como o da filha dos Nahas, por exemplo. Para variar entre looks e climas é preciso ter conhecimento de moda, bom senso, bom humor, é preciso ter temperamento forte. Gayegos tem isso tudo. Foi amigo e assistente de Dener Pamplona de Abreu, mora no casarão que pertenceu a Dener e acumula um currículo invejável para qualquer produtor de moda. Tenho carinho pelo Gayegos por ele ser o talento que é, por saber jogar com a moda, divertindo-se com estilo e elegância, passeando pelo lado ensolarado das coisas, efervecendo assuntos como um soco certeiro no que precisa de mais qualidade, vitaminando melhorias no ensino de moda, projetando uma forte dose de otimismo, bom humor e generosidade com tudo que é moda em matéria de comportamento e vestuário. José Gayegos é a receita para energizar a moda brasileira, produzindo vibrações positivas e um dinamismo que é o toque de mágica que toda marca quer e precisa para atrair e vender! Equilibrar esses interesses é uma capacidade inteligente, mas, sobretudo, de talento. É pra quem pode.

Programa Rendas&Babados
Quintas-feiras, das 20h00 às 21h00 pela AllTV
Assista aqui: www.alltv.com.br

sábado, 2 de outubro de 2010

Moda – Futurismo Pastel by PEDRO LOURENÇO

Não é por ser em Paris que uma moda tem que, obrigatoriamente, fazer sucesso, mas eu gostei da coleção de Pedro Lourenço, desfilada ontem em meio à semana de moda. Claro que a linha é a mesma: coisa futurista, seguindo a anterior – o que descarta qualquer interesse na inspiração, já que quem consome e acompanha moda quer ver resultado bem-feito e não os meios que nem sempre são realistas e só fazem perder tempo. Passarela e apresentação clean. Não quero falar da produção cabelo/maquiagem. Até o cumprimento ao público foi igual. A questão das cores é que tudo é simples, tons pastéis, transparências, mas a estrutura me agrada mesmo. Criatividade na construção de vestidos que causam efeitos de estreitamento de silhueta e faixas estratégicas, simulando sensualidade e timidez em meio uma certeira tentativa fashion. Não achei uma coleção com feminilidade, acho que a estrutura é geometricamente masculinizada. Imagino o tipo de cliente, imagino o esforço dele, imagino as boas críticas, porque a gente dá desconto nos zíperes aparecendo nas costas e faz parecer que provocativo, do tipo “Oh! Que provocante! Ela pode se despir rapidamente!”. Prefiro ignorar as pesquisas dele na construção da coleção, porque entendo o resultado como livremente construído, assim como acontece com os artistas, que não querem lucro, só querem arte, por exemplo. Não pense que, assim, a moda do Pedro fica desvalorizada, é o contrário. Isso é valorizar mais o que o jornalismo pode apenas mostrar, publicar, sem tentar captar e explorar algum sentido que, vez ou outra, é invenção pra “encher linguiça” nas entrevistas. A realidade é que toda moda prêt-à-porter é efêmera e a coisa fica mais difícil quando há tentativa de expressão exclusivista com desenhos geométricos, peças escultóricas que parecem suspensas no espaço das pernas, do busto, da cintura. Um bom desenvolvimento de moda pode ser muito esnobe por ser exclusivamente artístico ou muito controlado dentro das opções comerciais. Quando uma coleção como a do Pedro é desfilada, qualquer coisa pode ser entendida no quesito de liberdade criativa, de “arte”, que é quando flui fazer um desenho, uma combinação, independente de uma pesquisa inspiradora de quem quer atrair atenção com uma história conhecida. Ou a coisa é óbvia, mas honesta, como os tailleurs com estampas de pinturas nas coleções de alta costura de Yves Saint Laurent, ou nos chapéus em forma de bicos que o Lino Villaventura fez inspirando-se em aves. Isso é inspiração autêntica, longe da enfadonha tentativa de chamar atenção, invenção para expressar algum conhecimento ou passar boa base cultural, etc. Perda de tempo. Sejamos realistas: O Pedro é criativo, segue uma linha, e só. Será que ele tem que dizer que se inspirou em X, em Y, para fazer cada coleção? Ele não pode ser criativo por conta própria como Karl Lagerfeld? Pode, e ele é!

Ilustração: O look que mais gostei do desfile. Equilibrando futurismo e moda clássica, funciona como apresentação e oferta comercial. Falta cor, por favor.

sábado, 25 de setembro de 2010

Moda - Um Bordado ELIE SAAB Para Duas

O casamento mais badalado da semana em Brasília atraiu muitas atenções enquanto as semanas de moda prêt-à-porter são desfiladas em Nova York e Europa; para começar, o colar de diamantes de Maricy Trussardi, os olhares atentos para saber se a Carmen Mayrink Veiga estava presente e a curiosa "coincidência" de bordados by Elie Saab que você confere na foto publicada por Hildegard Angel, usados pela linda Antonia Mayrink Veiga Frering e pela brasiliense Melissa Gontijo. Essa foi uma estratégia de marketing do próprio Elie Saab, pois devia saber que ambas estariam no mesmo casamento e, assim, a grife dele seria mais citada. Todo marketing é pouco para a moda atual com tanta concorrência. Mesmo que os vestidos tivessem sido comprados em lojas da assinatura dele e não encomendados, lojas que atendem clientes do patamar da Antonia têm obrigação de registrarem os vestidos vendidos para cada ocasião social global, para que apenas uma estampa ou bordado esteja presente. Claro que isso soa muito rígido, quando pensamos nos smokings de Yves Saint Laurent, por exemplo, que fazia "mulheres-lápis" desfilarem nos salões mais chiques do mundo. No mais, não sei da Gontijo, mas, a Antonia com certeza vê bom gosto na coincidência e acha divertido.

sábado, 11 de setembro de 2010

Moda – O Homem Naturalmente Bonito e Sua Auto-Estima

Antes das coleções de verão, a gente já começa mesclar opções da moda, transformando a roupa durante o clima mais frio. Enquanto as mulheres têm pequenos e fortes recursos como silhueta e comprimentos, que revelam funções fashion em cada temporada, o homem tem de contar somente com seu próprio charme, natural, e com o físico. Talvez por isso os homens tenham dificuldade com roupas de inverno. Essa semana um vídeo que é uma prévia da campanha da Armani foi publicado, com o jogador Cristiano Ronaldo entrando no quarto, somente de cueca, exibindo um corpo muito sarado, vestindo uma calça jeans e saindo sob o olhar escondido e curioso da camareira bonita. Isso é um recado para o homem: 'exiba seu físico, porque é o que você tem de melhor para mostrar'. Estou falando de sensualidade; inteligência e outros valores interiores são para compartilhar, não são para exibição – apesar de que no comercial eles tentam mostrar através da escolha da grife estampada na cueca. Marketing, marketing! Homem gosta de ser elogiado, mas não é assim que alimentam sua auto-estima. Os homens se convencem de que são bonitos quando estão sozinhos, diante do espelho, inflam o peito e exibem seu tórax, seus braços e pêlos sexuais. Isso é bonito e charmoso para os homens. Claro que pode acontecer de muitos jovens protagonizarem cenas semelhantes: andar de underwear dentro de casa, para atrair elogios e olhares de desejo; mas, quando fazem isso, eles já sabem que são bonitos, que estão bonitos e em forma. Isso de exibição física alimenta o ego masculino. Homem gosta de ser atraente. Mas, e a moda, ajuda? Pouca coisa. Por isso, tantos homens reclamam quando as namoradas ou esposas resolvem fazer compras. Homem não depende disso para inflar sua auto-estima e, por isso, é tão maldoso com outro rapaz que depende da moda para melhorar a coisa toda. Os metrossexuais entram em cena! Mas, ser metrossexual é besteira, desde que o físico esteja devidamente sarado para manter-se visualmente másculo. A moda tenta renovar nosso interesse em coleções de verão oferecendo looks em pleno inverno e muita coisa já estará nas lojas antes da gente pensar na próxima estação. O homem lida com facilidade com a moda, porque opta pelo clássico. É mais fácil e mais inteligente quando somos capazes de reconhecer detalhes clássicos nessas ofertas, para reconhecê-los em nossos próprios armários, nas peças da temporada passada. Ninguém quer perder tempo nem dinheiro comprando roupas e idéias iguais. Isso também vale para as mulheres. Quando o assunto é verão, praia e piscina, shorts são ideais para ambientes públicos de veraneio, mas, para piscina ou praia particular, a sunga branca larga é sexy e adequada – eu estou falando de sunga de qualidade, não qualquer tecido que fica transparente. Seja como for, muitas mulheres continuam achando infantilidade o homem ficar convencido de que é bonito, talvez por ser na infância que somos mais autênticos com tudo. Tem o lado positivo, minha gente. A ilustração de hoje, da Levi's, é das campanhas de publicidade que mais gosto, pois mostra a sensualidade masculina na medida máxima a que eu submeteria um modelo numa foto, na moda. Beleza natural, somada à tatuagem que, mesmo com toque feminino, não interfere na masculinidade da exibição de sua beleza. Os cordões também não atrapalham. Homem é natural, tem de ser natural. Por isso eu valorizo a beleza física para a moda, qualquer marca, seja de jeans ou da maior tecnologia técnica e material de roupa, vai preferir vestir um homem confiante de sua naturalidade. Isso não quer dizer que os que mergulham na moda sejam menos confiantes, não é isso, pois a moda nos imprime a capacidade de melhorar muita coisa. Porém, além da estética superficial e artificial, a naturalidade da beleza física masculina mantém-se firme em meio aos desenvolvimentos de looks e propostas comerciais que tentam, sem sucesso, ganhar espaço e lucro sobre projetos envolvendo natureza e cultura.

sábado, 28 de agosto de 2010

Moda – Plus Size, Plus Chic

Está mais difícil falar sobre moda, as coleções são repetitivas e apenas ganham pequenas diferenças em acessórios. É mais fácil, então, falar dos acessórios e, talvez por isso, nunca se falou tanto em sapatos Christian Louboutin e nos filmes fantasiosos que inspiram joalheiros, etc. Mas, minha gente, acessório é coisa opcional, não envolve necessidade de roupa. Há muito para se fazer na moda, necessidades reais: roupas com recursos tecnológicos de possíveis combinações e de bom gosto para pessoas gordas, por exemplo. Dizer que não atende mercado é invenção, pois nunca as pesquisas mostraram tanto aumento da obesidade. Isso é ganhar com um problema? Pode ser, mas é a realidade, é a necessidade. Eu sei que size zero é moda, mas, moda que não muda é uniforme. Não falo só de gordos, não, eu falo também, por exemplo, de gente alta que tem de passar pelo constrangimento de comprar uma calça 46 ou 48 e mandar apertar até largura duma 42 se não quiser ficar com as canelas de fora. É um absurdo. E, voltando sobre acessórios, a diferença do Karl Lagerfeld gordo para magro estava naquele horrível leque e no cabelo despenteado, às vezes parecia um doido. Se continuasse com o leque e o despenteado continuaria um estilo feio, mesmo magro. Acessório nem sempre é solução. Então, a gente quer saber como fazer e usar o look certo e encontrar alguma emoção numa roupa que nos valorize como pessoas reais e não somente como personagens de filmes. Você quer roupas que transmitam a melhor forma de ser você mesma(o). Eu sei que fantasia é bacana para a moda, porque ninguém quer perder a mágica natural que faz com que sonhemos. Seriedade só interessa quando o assunto é a base, depois a gente brinca de escolher os acessórios. Seja qual for seu tipo físico, há risco de vestir roupa feia, combinação horrível de roupas e acessórios, mas, mesmo assim ninguém pode nem deve ser excluído da tentativa de explorar essas possibilidades. Quero que a moda continue fútil, fantasiosa, mas com base na utilidade, senão não serve. Se não serve, não vende.

sábado, 14 de agosto de 2010

Moda & Comportamento - A Beleza das Fantasias

Beleza humana é importante, mas isso não está ligado apenas à estética, envolve valores além, mais importantes. Claro que, quando sexo ainda estava na moda, a beleza natural, física, isso atraía. Eu gosto de gente bonita, gosto de presenteá-las, mimá-las, porque é questão de escolha mesmo, não tem nada a ver com admiração, é só capricho. A gente pode comprar paixão hoje em dia, ela quase vem embalada pra presente, pra viagem, pra vadiagem. Isso é grosseiro demais para quem gosta de ser civilizado, para quem é civilizado. Então, quando a pessoa não é bonita, mas tem inteligência, ela realça seu valor, torna-se excêntrica, artificial no melhor sentido da moda, notável, admirada. Diana Vreeland é um exemplo de pessoa que usou poses e artificialismos somados à sua inteligência para ficar irresistível. Tem personagem fashion mais pobre de detalhes que Anna Wintour?! Eu sei que você pode gostar do que ela escreve sobre moda, da opinião dela sobre moda, do talento profissional que ela tem, mas eu estou falando de aparência e nada disso se exterioriza. Ela parece recepcionista de hotel, parece com aquela secretária da Família Buscapé. Isso é uma pobreza! Recepcionistas de hotéis e secretárias são pessoas presas às normas de um padrão de aparência, geralmente normal demais, estabelecidas pelo trabalho. Nem essas profissionais gostam de tanta pressão. O mundo precisa de mais honestidade e até quando rotuladas de artificiais, muitas pessoas estão apenas exteriorizando suas fantasias de estilo, sua alegria, seus escudos de defesa: o enfeite esconde os defeitos, esconde o mau gosto, esconde as dúvidas. Os enfeites traduzem tudo como excêntrico, corajoso, especial. E a gente se traduz como livres, interessantes, atraentes e pode até sair de um carrão de mãos dadas com a manequim mais bonita do pedaço.

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quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Moda – Uma Mistura de Tudo com Pitadinha de Blue Jeans, Por Favor

Ontem tive uma tarde maravilhosa, conversando com a Carmen Mayrink Veiga que, como vocês sabem, é com quem aprendo tudo sobre moda. Até então já havíamos falado sobre jeans, mas ontem falamos muito em blue jeans. Carmen disse que apesar de arriscado misturar estilos, ela considera de bom gosto a combinação de um blazer bem-feito com blue jeans para a noite. "Óbvio que tudo com caimento e qualidade perfeitos", disse Carmen. A moda popular pode ser uma das mais misturadas nesse negócio das combinações entre estilos e tecidos, o que dificulta a criatividade dos estilistas que não precisam apenas lidar com um look, mas com a construção de peças vendáveis e possivelmente combinadas entre si. As clientes não compram apenas um traje, elas compram possibilidades de uso. Assim, de cara imaginamos que os estilistas passem por muita pressão comercial, com rédeas controlando sua criatividade. Perguntei a Carmen se ela acha que essa busca pelo lucro na moda não atrapalha a criatividade do estilista, uma vez que ele tem de se submeter às 'tendências' para vender; Carmen disse que "se o design faz roupa comercial, ele tem que ter mesmo uma visão de comércio, de venda, e fazer coisas bonitas para vender. Isso envolve criatividade. Isso não atrapalha em nada a criatividade. Arte é outra coisa, mas nós estamos falando de comércio." Carmen completa dizendo que "o principal da moda é que ela seja confortável, bonita, de qualidade e atemporal", eu concordo, pois essa é a receita perfeita. Quanto aos designers, a receita é que eles deveriam amar as mulheres, pois somente assim não criariam desconforto no vestir. Mas, voltando às misturas, muitos materiais são misturados para o clássico na arquitetura, como, para dizer o básico, uma sala de balé, com madeira e metais envelhecidos, por exemplo. Ou, na decoração: sofás de metal com lona. Com a roupa é igual, pode ser igual, basta ter motivo, bom gosto, utilidade. A pessoa que sabe combinar, misturar, tudo com bom gosto, leva vantagem. Se a moda comercial obedece ao padrão das possibilidades de combinações com qualidade e bom preço, a cliente deve ter consciência de que, em meio às ofertas, seu bom gosto deve se adaptar à construção de seu estilo e seu look pelas escolhas certas. Quais escolhas são as certas? Basta pensar em conforto, beleza, qualidade e look atemporal. Ora essa!

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quarta-feira, 14 de julho de 2010

Click – CARMEN MAYRINK VEIGA e LILY MARINHO Almoçam Com DILMA ROUSSEFF

O Click de hoje é do encontro de três grandes nomes nacionais num almoço: foto da candidata à Presidência do Brasil, Dilma Rousseff, com as chiques Carmen Mayrink Veiga e Lily Marinho, segunda-feira, dia 12, no Rio de Janeiro. Carmen, considerada uma das mulheres mais elegantes do mundo, recentemente recebeu elogios adocicados de Tom Ford, Lily também atraiu atenções ao leiloar seu bonito e caríssimo colar de esmeraldas pela Sotheby's de Genebra e a Dilma está em primeiro lugar nas pesquisas de voto. Tudo top!

domingo, 11 de julho de 2010

Alta Costura – ELIE SAAB, JEAN-PAUL GAULTIER e GIVENCHY São os Destaques, o Resto é Uma Pobreza.

Uma pobreza a coleção de alta costura da Dior, por John Galliano. Pelo menos, ele tem sido sabido em usar a técnica aprendida na Dior, para incrementar sua própria marca e aquele desfile que ele fez com as bolhas de fumaça foi bem bonito. Inspirar-se na natureza pode parecer óbvio demais, mas, prefiro sentir pelo lado da sensibilidade, das possibilidades quando se trata de inteligência, criatividade, beleza que atrai clientes e imprensa para acompanhar, vestir e divulgar a nova coleção. Se não fosse a assinatura Dior, a coleção passaria como decoração de festa infantil, alguma coisa ainda de 'Alice no País das Maravilhas', que já passou e não é mais moda. Será que a cartela de cores é para chamar a cliente que comprava Christian Lacroix? Não acho que exista desespero na legítima alta costura, porque é o máximo da moda... Mas, pensando bem, a Dior, como tantas marcas, pertence a um grupo interessado em negócios e, portanto, como não entendo de negócios tanto quanto entendo de atividades exercidas com prazer, não saberia afirmar. É melhor deixar isso de lado e falar da beleza. Cor é importante para a moda, para tudo, mas apesar de bem combinadas, a intenção às vezes atrapalha e ao invés de deixar a mulher chique, ficará desnorteada. Tudo bem que parecer sem rumo é ainda um modismo em alta, mas pouca gente ainda dá valor às loucuras da Amy Winehouse. Ficou mais sutil, as pessoas estão se tocando de que certos devaneios não devem ir da moda para a saúde, então fica mesmo nessa coisa fantasiosa da onda Lady Gaga. Independente dessas tendências que alimentam ilusões, eu me preocupo mesmo com a beleza das coisas, por isso Givenchy fez a coleção mais bonita de alta costura dessa temporada. Elie Saab também é de abafar com seu glamour numa alta costura que conquista clientes como a brasileira Carmen Mayrink Veiga. Outra coleção que me atrai pela beleza é a de Jean-Paul Gaultier, que tem como cliente outra brasileira, Beth Lagardère; ele sabe fazer luxo sem fantasia e isso é difícil, útil, comercial e moderno, mesmo quando falta novidade. Mas, a novidade mais recente na moda é a minissaia.

Claro que estou sendo chato, porque gostei dos sapatos bola e da cintura muito baixa de Alexander McQueen, que deveria ter ficado na alta costura. Ele fazia técnica, não se interessava em tendência nem impressionar. Eu sei que alta costura não é feita para uma temporada, porque é arte e arte é atemporal, mas, para avaliar eu tenho de considerar tudo que envolve ilusão, fantasia, tendências e assim, eu me refiro ao conjunto apresentado nessa temporada. Riccardo Tisci está de parabéns, apesar da expressão caída da manequim, está um luxo a mulher Givenchy, com seus vestidos luxuosos que ocuparão as salas de roupas das ricas e elegantes que ficaram viciadas no luxo de Christian Lacroix. Prefiro nem comentar Chanel, porque Karl Lagerfeld está ficando repetitivo e insosso para quem entende de arte na moda e não liga para ostentação de marca. A gente mistura tudo numa panela pra ver se sai uma boa combinação, uma boa explicação quando a colherada é tirada. A moda está pobre, a moda não causa mais sensação. Acompanhar os desfiles é bom, pois isso ainda é moda, mas dizer que ainda há luxo é demais, se a intenção é classificar o que deveria estar além da qualidade dos tecidos e da técnica. Falta alguma coisa.


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domingo, 20 de junho de 2010

Moda – Programe-se Para a Roupa

Consumir moda, se você não é fashion-victim, é como se alimentar sem engordar. O segredo é manter a linha, não deixar que a roupa assuma o comando. Não é preciso ter muito dinheiro, não. Tem moda de todo tipo, sustentável, descartável, reciclável, para todo mundo melhor definir sua aparência. Ter estilo é o aconselhável; pelo menos tentar, procurar informação. A primeira informação é sobre a importância de alguns detalhes que precisam ser mantidos: adotar um perfume específico, uma maquiagem, por exemplo. É preciso ter noção de que nem tudo deve ser mudado, especialmente o que tem ação direta na pele, no cabelo. Isso não tem nada de "frescura", não, isso é para valorizar sua presença, enquanto as opções de roupas podem melhorar sua aparência. Quem diz que não liga pra moda deveria andar nu para não ficar na hipocrisia. Basicamente, quem mistura o natural com o sofisticado, descobre um estilo que funciona. Não há muitas regras de ajuda, desde que a coisa combine. Uma blusa de loja de departamento e brincos Cartier, por exemplo; isso é possível. As possibilidades nos permitem ousar, nos divertir com a moda. A gente tem de usar a moda a nosso favor. Quando a roupa é desinteressante, banal, um acessório pode servir. Ser extravagante também é importante, mas só para quem tem elegância e isso é uma riqueza que poucos têm. Então, vá pelo básico, porque ser chique, ou estar chique, é possível para qualquer pessoa. Explorar a moda, com a cabeça programada para filtrar possíveis combinações em meio ao caos de ofertas é uma atitude inteligente, moderna, futurista.

domingo, 30 de maio de 2010

Moda Masculina – O Homem, Masculinizado, e Suas Cores

Eu gosto de arte, de cores, mesmo nas roupas masculinas. As cores são opções para mudar o clássico de forma suave, sem mexer na estrutura, na técnica. Pode ser radicalismo pular de um tom sóbrio como o marinho, num terno, para um 'rosa bebê'. Não é todo homem que combina. Mas, os homens que mais ficam bonitos com cores pastéis e suaves no geral são os que têm olhos azuis, peles muito claras. No mais, depende do seu gosto. Particularmente, aderi ao rosa de forma muito sutil, uso um blazer de linho num tom tão suave de rosa que pode confundir com salmón. Calça cinza e camisa branca. Barba por fazer, porque é bom equilibrar, principalmente quem tem traços faciais delicados, nessa descrição do andrógino (pós-)moderno, "in" nas passarelas de moda de Paris e Milão. A gente aprende a lidar com as cores quando elas tingem formas clássicas. Eu considero um absurdo homem usar roupa justa, mulher então, nem se fala, mas, é elegante o terno skinny, desde que com ombros grandes, porque é forte, marcante para ambos os sexos e é viril para o homem. A sensualidade também tem que ser marcante, séria, de bom gosto. O homem deve aprender a dosar as ofertas de moda com objetivo de ajustá-las às referências de seu grupo de amigos, do seu trabalho, do seu hobby. Nos clubes, muitos jogadores de golfe usam pólos de cor rosa, por exemplo. Esse mesmo rosa também vem nas discretas camisas combinadas com paletós marinho. Já está ótimo assim. Looks monocromáticos às vezes são chatos e, quando em tons sempre rotulados como "femininos", causam estranheza no grupo masculino, machista e também para as mulheres que observam. O problema para o homem não é a cor ou um grupo de cores, o problema é como usar determinadas cores com bom senso. Tem homem que fica muito bonito com tatuagens de várias cores, outro fica horrível. Claro que se ele gosta, mesmo que fique feio, ele vai fazer. Mas as cores são recursos coletivos. Tudo que mostramos e que vemos tem uma intenção positiva, uma possibilidade de expressão positiva, enfim, vai depender de quem usa, faz, observa, comenta. Assim como na natureza, as cores revelam nossa beleza, nosso alerta, nosso bom gosto. Mas, tudo está disponível para ser escolhido e usado, feito do seu jeito.

domingo, 23 de maio de 2010

Comportamento – Sem Sabedoria, Mesmo os Ricos são Pobres

Como é bom vestir, com bom gosto, uma roupa extravagante, jogar com o visual. Ao invés de entrar na coisa de ser todo mundo igual, o negócio é aproveitar as (boas) diferenças. Mas, como é que a gente pode usufruir do fútil, do útil, da fantasia e da realidade? Com sabedoria. Ser rico ou ser pobre também envolve a capacidade que a pessoa tem de ser bem cuidada, de ser vaidosa, de se permitir o melhor. Dinheiro pouco interessa, porque tudo funciona igual: um Rolex mostra horas, igual a qualquer relógio, uma Rolls Royce 'anda' igual a qualquer carro. Mas, me espanto quando a classe média, cheia de escolhas cuidadosas, prefira fazer um longo financiamento para comprar um carro popular, quando poderia investir os mesmos R$ 100.000 do carro em terapia biomolecular, na saúde. Depois reclama da economia, dos juros, do stress e da aparência. É tudo questão de escolha. Não é por que a gente vai a um desfile que não tem interesse de ver a exuberante natureza. Tem coisa que melhora nosso ego, mas tem coisa que melhora nossa alma. É preferível fazer o melhor por você, do que tentar ter algum reconhecimento vindo de quem vai sentir inveja do seu carro, ao mesmo tempo em que vai rir da "bobagem" que é dirigir um carro financiado em muitas parcelas. A inveja, o ciúme, alterações de sensações camufladas sob uma fisionomia de quem comeu e não gostou, ou de falsos sorrisos, ou da pressa de ter pressa para não ter que comentar. Que tipo de gente você quer que conviva com você? É melhor encontrar os prazeres saudáveis, os prazeres da beleza. A gente precisa ter certa compreensão do lado sério da filosofia epicurista, e não estou querendo parecer pedante, não; eu só quero mesmo é alertar. Quando você for comprar qualquer coisa material, esperando disso alguma resposta para sua solidão, pense que a felicidade não vem de bônus numa grande casa à venda, nem num novo carro, ou qualquer outro objeto de consumo, mesmo que você seja riquíssimo. Você paga e leva, mas não se compra felicidade, savoir-vivre, savoir-faire, naturalidade e elegância. Gente rica não se importa de aterrissar de helicóptero sujando de terra sua Lotus conversível. Ser rico não é apenas ter dinheiro, não; ser rico é ter sabedoria, é ter riqueza interior. Como se percebe? Pelo olhar da pessoa, não pelas jóias; pelo comportamento da pessoa, não pelas roupas; é assim. Hoje em dia, quase não há nada mais cafona quanto acumular dinheiro para ostentar riqueza. Ostentar qualquer coisa é cafona. A verdadeira riqueza é o que você é, o que decide e o que faz, desde que com os meios para não precisar ter para ser. Seu nome deve valer mais do que qualquer coisa.

domingo, 16 de maio de 2010

Jóias – A Refinada Assinatura Amsterdam Sauer.

Há muita técnica por trás de uma jóia. A assinatura é a garantia de que você está comprando, presenteando e usando o que há de mais cuidadoso em matéria de escolha de gemas, tempo livre para desenvolvimento da lapidação e delicada montagem de cada peça. Isso é uma preciosidade. No Brasil, uma assinatura que gosto muito, Amsterdam Sauer, simboliza a idéia de excelência que envolve todo esse esmero criativo, técnico, e essa exigência. Entender a técnica que envolve a confecção de uma jóia, é também ter muita sensibilidade e paciência para refletir cada detalhe da seleção de gemas, estudos de reflexos, e sobre como o valor comercial é desinteressante quando comparado com essa riqueza de detalhes. Recentemente, Carmen Mayrink Veiga que me apresentou a Amsterdam Sauer – e sua filha Antonia Frering, usaram algumas das maravilhas criadas com a 'turmalina paraíba' pela grife. Então, para minha alegria, quando recebi o catálogo da nova coleção [Faça o download do catálogo abaixo], eis que as lindas peças são usadas pela Antonia. Uau! E o show se desenrola: Em uniformidade com a exigente e diversificada estrutura de estilos contemporâneos, colares e pulseiras modernos, aparentemente minimalistas, mas muito delicadamente estruturados, combinam com todo vestuário, com toda personalidade feminina. Diamantes, rubis, esmeraldas e belas turmalinas paraíba; moldadas artisticamente em formas curvilíneas, ovais, em forma de pêra, nada monótonas, para o exigente bom gosto das mulheres mais chiques que usam essa assinatura tão 'in'. Peças leves, visualmente mínimas, mas com pedras importantes. Jóias menos extravagantes ganham interpretação chique quando somadas ao vestuário minimalista atual. Porém, com uma capacidade estética de sobressair mesmo no mais chique e badalado vestido da alta costura. Uma jóia deve ter essa fácil combinação de qualidade, uma jóia deve ter movimento, delicadeza, feminilidade, exclusividade. Isso é arte, é beleza, é carinho. Vez ou outra, uma turmalina de raro tamanho e forma 'sensual' é delicadamente centralizada por baguetes de diamantes. Os brincos, de estilos atemporais que num momento são clássicos, noutro são modernos, reforçados com gotas de topázios, diamantes. Isso é tão cuidadoso, valioso, bonito e delicado. Se as gemas permanecem as mesmas, mas com número reduzido e economicamente mais raro ao longo do tempo, é necessário atender às clientes da forma como Amsterdam Sauer constrói e mantém um estilo que identifica a grife e mantém inabaláveis os sonhos femininos e a categoria que uma jóia merece.

Faça o download do catálogo AQUI >>

Foto: anel com diamante e turmalinas paraíba com assinatura Amsterdam Sauer.

sábado, 1 de maio de 2010

O Tempo é Como Sua Cabeça: Um Fenômeno Que Existe!

Enquanto a moda está uma chatice, eu dou atenção ao curioso homem na foto exposta num museu no Canadá. Acontece que sua roupa estaria 30 anos a frente da época. Um suposto viajante do tempo teria sido fotografado nos anos 40?! Análises comprovam que a fotografia é legítima, sem alteração. Há quem diga que o look é normal para os anos 40, mas, com exceção do penteado, tenho minhas dúvidas... Teorias científicas comprovam que será absolutamente possível viajar no tempo usando a velocidade da luz. Quando essas teorias se tornarem práticas, todos os paradoxos estarão ao nosso serviço: idades, devaneios, moda e cultura, no mínimo. Entre um capricho e outro, será possível escapar de uma nuvem tóxica do futuro, acomodando passageiros, com ou sem futuro, em épocas que requerem o uso de espartilhos, ou quando o sexo ainda era interessante para a humanidade. As viagens no tempo refletem desejos e receios... Doces manias que evaporam na medida em que os tripulantes cansam de tecidos pesados, acessórios apertados e ambientes sem ar refrigerado. Mas, sinta como é puro o ar de ontem! Sinta como é prazeroso o perfume da natureza! Veja meus amigos, é a Amazônia imexível que está preservada para o deleite de seus mais curiosos anseios pela mixaria de alguns bilhões de dólares por um bilhete, com direito a certos vícios antigos, enquanto não retornamos, por obrigação, ao tempo que ainda terá nome, por conta de nossa estatura e nossos modos que nos diferem e nos condenam. Milhas e séculos de tules, cetins, redemoinhos de lasers e champanha francesa, um brinde em flûtes Baccarat que nem existirão mais. Como é complicado conjugar o verbo da tecnologia. Em confortáveis poltronas, viradas para as janelas especiais, mulheres elegantes usam vestidos de penas de flamingos artificiais e gelatinosos sapatos plataforma de 20cm. Voando, sonhando. Um aviso é escutado na cabina: "o dispositivo está voltando ao dia de embarque, senhoras e senhores." E que cada passageiro encontre uma maneira de vencer sua ansiedade para falar das "novidades" que presenciou, porque não restou nada e, quer queira, ou não, todos completaram sua magnífica viagem na linha de partida. Como os prazeres sao efêmeros, meu bem.
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Fotografia: reabertura da Fork South Bridge, após inundação em novembro de 1940, no Canadá - Museu Bralorne Pioneer de British Columbia, Canadá.