sábado, 23 de outubro de 2010

Click - Mãe e Filha São Um Sucesso: CARMEN MAYRINK VEIGA e ANTONIA FRERING

Estou muito feliz com a estréia da Antonia Frering, filha de meu ídolo Carmen Mayrink Veiga, ambas lindas; mas, a Carmen é muito, muito, muito linda! A estréia da comédia O Pintor foi dia 20, no Teatro Leblon, Sala Marília Pêra, no Rio de Janeiro, mas, na terça-feira, dia 19, teve a estréia para convidados. Sucesso para a Antonia! Tudo que somos e temos devemos aos nossos pais e a foto de mãe e filha está linda, provando que família é tudo!! Elogios são importantes, principalmente merecidos como os que a Antonia merece, porque incentivam a construção de tudo sobre a base, o alicerce firme e forte, que a família dá. Amo a Carmen e o carinho dela com a Antonia mostra que na vida podemos contar com Deus, com nossos pais e com nós mesmos. Sucesso para a Antonia e eu estou felicíssimo com a foto, pois simplesmente amo a Carmen, elogiadíssima pela platéia de famosos como a atriz Glória Pires, por exemplo.

sábado, 16 de outubro de 2010

Modelos – DIOGO FERREIRA e BIANCA AGRA No Meu Foco da Moda


Sempre que vejo um desfile de moda, minha cabeça é direcionada ao vestuário: movimentação dos tecidos, alinhamento das peças, combinações, etc. Eu gosto da coisa técnica dentro do que entendo, do que consumo e exijo da moda. Os modelos e manequins me interessam no que eles podem oferecer de mais natural para a apresentação de moda. Porém, todo mundo já sabe que o mais natural é o mais complicado. É quase impossível fazer desfilar um terno num modelo muito musculoso, assim como um grande decote fica pobre numa modelo muito magra. Eu estou falando de inteligência em vestuário. Há intenções diferentes em cada produção de moda comercial, tem também o negócio da maquiagem temática, das tentativas de ludibriar o que realmente interessa na moda sob uma desculpa teatral ou “artística”. Não, eu não me interesso por isso em desfile de moda. Eu quero saber, sim, como analista de apresentação de moda, se o modelo tem ombros alinhados, físico reto e membros proporcionais para valorizar a roupa comercial. Sim, eu quero saber se a manequim vai revelar, na sua naturalidade, uma maior valorização de sua expressão através do que ela veste. Isso vai espelhar a função da roupa para o espectador, para o cliente. De resto, eu quero saber se o desfile me atraiu pelas roupas e se elas estarão em meu armário, enquanto o lado comercial enche o caixa. Isso é o que pode e deve ser entendido como idéia de moda para o consumidor. É mais fácil fazer a coisa da fantasia temática do que encarar o desafio válido e rico de vestir e desfilar uma manequim gorda atribuindo beleza e sofisticação a um tipo físico cada vez mais constante no mundo. Enquanto a moda brinca de fantasia, eu brinco de vestuário. Eu teria de reformar todo um desfile de moda brasileiro para que tudo ficasse perfeito. Mas, com a exigência do físico, beleza e expressão perfeitos para conduzirem uma coleção, é possível ter uma sensação que supera qualquer expectativa fashion. A linguagem é técnica demais? Que nada. Pensa que lidar com apresentação de moda é coisa fácil? Não é não. O espaço dos modelos e manequins parece estacionado, isso é sério; tanto que estamos habituados aos mesmos nomes desfilando moda em São Paulo e no Rio de Janeiro. Mas, talvez seja uma tentativa forçada de nos mostrar que não é quem desfila que importa, porque a gente tem de ver a roupa. Mas, agora com certeza, aposto que é só coincidência. Daí, fico surpreso com um modelo paraibano, Diogo Ferreira, de ombros alinhados, pescoço longo em fotografia, expressão essencialmente masculina para a moda que precisa vender para homem, num padrão de possibilidades estéticas em cabelo, olhar. Não precisa mais que isso, porque ele tem porte para skinny jackets, para os resultados da tecnologia spray para construção de roupa. Isso é moderno e clássico ao mesmo tempo. Não quero saber de androginia em moda masculina, por que não vende! Quero saber de masculinidade e porte para a moda, na moda. Enquanto o Diogo tem porte para uma rígida, moderna e vendável moda masculina mesmo que seja envolta por veludos, musselinas e ajustes, a também paraibana Bianca Agra valoriza a delicada feminilidade tão buscada por fotografias de locações naturais e tecidos esvoaçantes com jóias de preciosidades naturais como as pérolas e as esmeraldas. Também na arte, com batom propositadamente borrado, ar assustado e um beijo atrevido para a câmera, por exemplo. Ou colocando cílios postiços, com dedos repletos de anéis e pesado bracelete no braço enquanto um pesado, e caro, brinco atravessa a foto dando o toque comercial que toda marca quer: atrevimento, coragem, sedução e beleza. Eu gosto desses dois modelos e quero fotografá-los. Contrate-os pelo serviço abaixo. Está dado o recado.

Diogo Ferreira e Bianca Agra, Agência Team de Campina Grande-PB
www.agenciateam.com
contato@agenciateam.com
FONES: (83) 8731.8361 / 9936.3175

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Moda – JOSÉ GAYEGOS, o Enigma Fashion dos Equilíbrios

Para permanecer atraente, a moda precisa de um toque de magia que somente um “nome-grife” pode imprimir. O nome, na moda, é muito forte. José Gayegos imprime à moda brasileira o refinado, autêntico e rigoroso toque de perfeição técnica que somente quem tem um histórico tão rico no assunto poderia fazer. Gosta de qualidade e se permite conhecer novidades, que, vez ou outra, estiliza junto às peças vintage e constrói uma importante expressão de estilo, atraindo atenções, admiração e inveja. Foi assim quando apresentou seu programa Rendas&Babados [veja abaixo como assistir] com um jaquetão de swarovski crystals, um luxo comparado à coleção de Alexander McQueen para Givenchy em 1998, quando o designer inglês jogou peças bordadas com cristais para embalar sua inspiração no jazz de Miles Davis. Depois, para o mesmo programa, após uma de suas temporadas em Las Vegas, Gayegos optou pelo jeans - que ele veste bem: de chapéu, gravata, camisa bacana e uma jaqueta assinada por ele próprio nos anos 80 para a Lois. Você consegue imaginá-lo divertindo-se num clube da moda de Nova York e muito formal num dos casamentos mais pomposos de São Paulo, como o da filha dos Nahas, por exemplo. Para variar entre looks e climas é preciso ter conhecimento de moda, bom senso, bom humor, é preciso ter temperamento forte. Gayegos tem isso tudo. Foi amigo e assistente de Dener Pamplona de Abreu, mora no casarão que pertenceu a Dener e acumula um currículo invejável para qualquer produtor de moda. Tenho carinho pelo Gayegos por ele ser o talento que é, por saber jogar com a moda, divertindo-se com estilo e elegância, passeando pelo lado ensolarado das coisas, efervecendo assuntos como um soco certeiro no que precisa de mais qualidade, vitaminando melhorias no ensino de moda, projetando uma forte dose de otimismo, bom humor e generosidade com tudo que é moda em matéria de comportamento e vestuário. José Gayegos é a receita para energizar a moda brasileira, produzindo vibrações positivas e um dinamismo que é o toque de mágica que toda marca quer e precisa para atrair e vender! Equilibrar esses interesses é uma capacidade inteligente, mas, sobretudo, de talento. É pra quem pode.

Programa Rendas&Babados
Quintas-feiras, das 20h00 às 21h00 pela AllTV
Assista aqui: www.alltv.com.br

sábado, 2 de outubro de 2010

Moda – Futurismo Pastel by PEDRO LOURENÇO

Não é por ser em Paris que uma moda tem que, obrigatoriamente, fazer sucesso, mas eu gostei da coleção de Pedro Lourenço, desfilada ontem em meio à semana de moda. Claro que a linha é a mesma: coisa futurista, seguindo a anterior – o que descarta qualquer interesse na inspiração, já que quem consome e acompanha moda quer ver resultado bem-feito e não os meios que nem sempre são realistas e só fazem perder tempo. Passarela e apresentação clean. Não quero falar da produção cabelo/maquiagem. Até o cumprimento ao público foi igual. A questão das cores é que tudo é simples, tons pastéis, transparências, mas a estrutura me agrada mesmo. Criatividade na construção de vestidos que causam efeitos de estreitamento de silhueta e faixas estratégicas, simulando sensualidade e timidez em meio uma certeira tentativa fashion. Não achei uma coleção com feminilidade, acho que a estrutura é geometricamente masculinizada. Imagino o tipo de cliente, imagino o esforço dele, imagino as boas críticas, porque a gente dá desconto nos zíperes aparecendo nas costas e faz parecer que provocativo, do tipo “Oh! Que provocante! Ela pode se despir rapidamente!”. Prefiro ignorar as pesquisas dele na construção da coleção, porque entendo o resultado como livremente construído, assim como acontece com os artistas, que não querem lucro, só querem arte, por exemplo. Não pense que, assim, a moda do Pedro fica desvalorizada, é o contrário. Isso é valorizar mais o que o jornalismo pode apenas mostrar, publicar, sem tentar captar e explorar algum sentido que, vez ou outra, é invenção pra “encher linguiça” nas entrevistas. A realidade é que toda moda prêt-à-porter é efêmera e a coisa fica mais difícil quando há tentativa de expressão exclusivista com desenhos geométricos, peças escultóricas que parecem suspensas no espaço das pernas, do busto, da cintura. Um bom desenvolvimento de moda pode ser muito esnobe por ser exclusivamente artístico ou muito controlado dentro das opções comerciais. Quando uma coleção como a do Pedro é desfilada, qualquer coisa pode ser entendida no quesito de liberdade criativa, de “arte”, que é quando flui fazer um desenho, uma combinação, independente de uma pesquisa inspiradora de quem quer atrair atenção com uma história conhecida. Ou a coisa é óbvia, mas honesta, como os tailleurs com estampas de pinturas nas coleções de alta costura de Yves Saint Laurent, ou nos chapéus em forma de bicos que o Lino Villaventura fez inspirando-se em aves. Isso é inspiração autêntica, longe da enfadonha tentativa de chamar atenção, invenção para expressar algum conhecimento ou passar boa base cultural, etc. Perda de tempo. Sejamos realistas: O Pedro é criativo, segue uma linha, e só. Será que ele tem que dizer que se inspirou em X, em Y, para fazer cada coleção? Ele não pode ser criativo por conta própria como Karl Lagerfeld? Pode, e ele é!

Ilustração: O look que mais gostei do desfile. Equilibrando futurismo e moda clássica, funciona como apresentação e oferta comercial. Falta cor, por favor.