domingo, 14 de novembro de 2010

Opinião - Vogue Brasil agora pela editora Globo Condé Nast


Recebi a primeira edição de Vogue Brasil pela editora Globo Condé Nast. O visual é o mesmo, mas a qualidade dos nomes que assinam as reportagens está voltando à qualidade – apesar de manterem a Costanza Pascolato, que, em minha opinião, escreve superficialmente a partir de fontes de outros jornalistas de moda, mas eu excluo a página dela e fica tudo certo. Não gostei da capa, a Isabeli Fontana é bonita e poderia estar com um look bonito, mas com esse vestidinho sem graça, não gostei. Já a produção da Fernanda Tavarez no ensaio que deveria ter feito capa, está nota 10! Sou chato? Pode ser que sim, mas, minhas críticas são realistas. A Carta Editorial que publicava a edição brasileira perdeu a mão de como fazer uma revista de moda, outras publicações como Elle Brasil e Marie Claire, por exemplo, estavam mais interessantes, mais cuidadosamente elaboradas para o público, pelo menos para quem tem muito conhecimento de moda. Eu gosto de assinar uma revista e receber qualidade a cada edição, sei da qualidade de minha percepção de moda, do meu bom gosto, então, é inadmissível receber e ler edições cheias de assinaturas que não têm nada a ver com moda, algumas com perceptível objetivo de autopromoção. Isso é fajuto demais. Mas agora, com a editora Globo Condé Nast, espero que a qualidade que se espera da revista Vogue volte e que não fique como outras revistas Globo, que só mostram atores e apresentadores da emissora Globo, que fizeram da revista Quem uma palhaçada.

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