sábado, 2 de abril de 2011

Moda – O Luxuoso Mundo de OZ

Bom dia. Não é por que a pessoa está febril que vai recusar ir a um almoço ou jantar com lugar marcado. Há injeções modernas que seguram a febre por 8 horas, tudo tem risco e é caro, mas você pega um jato, fala com seu médico e faz. Usa uma jóia verdadeira, se veste pra abafar mesmo e aprecia as belezas que somente poucos como você e eu temos acesso, quando nossa genética nos embeleza sob a luz artificial em nossas pálidas peles. Pura fantasia, claro, mas, fantasiar é preciso. O restrito mundo dos chiques é acessível para qualquer pessoa, é só prestar atenção às chances, ao poder do bolso, da beleza, do charme. Num passe de mágica alguém pode te atrair, não deixe escapar. Os graus de sofisticação são inimagináveis, jovens que na adolescência, ou infância, junto aos pais, cruzavam o Atlântico a bordo do Concorde em voos de duas vezes a velocidade do som, já usando as criações de Tom Ford e o top da joalheria mais fina do mundo, enquanto o camarão é servido e da janela a curvatura da Terra cumprimenta seu privilégio. É preciso ter uma noção exata das opções mais tops que existem no mundo, é preciso valorizar nossa memória fotográfica e nosso histórico de acontecimentos únicos e bonitos. As pessoas mais chiques do mundo lêem os textos da fascinante e linda Carmen Mayrink Veiga, os livros da linda e chique Valerie Steele, também os textos de Suzy Menkes e conhecem muito bem O Livro Completo de Etiqueta de Amy Vanderbilt. É inteligente se deixar acompanhar por gente tão fina, é burrice afastar-se de quem tem tanto a ensinar. Aceite a admiração que você tem por pessoas tão especiais. Na verdade, é uma chance única que cada pessoa tem, e acontece até mesmo com quem usa o “ouro dos pobres”, que é aquele ouro chinfrim que você compra em qualquer lugar com 750 marcando peças malfeitas, nem tem certificado nem nada e quando você manda avaliar é literalmente uma pobreza. Sem falar na cor horrenda, típica de quem frequenta shopping center para ir à praça de alimentação. Gente, crítica é coisa séria. Já falei que há certos sacrifícios que valem a pena: preferir um Harry Winston do que um carro popular, por exemplo. Ninguém quer saber de básico se pode ter algum luxo, eu já disse. Eu digo que é feliz quem escuta e se deixa envolver pela qualidade das coisas. Ah, como a vida é bonita.

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