domingo, 31 de julho de 2011

Moda – A Primeira Experiência de Ver Givenchy por ALEXANDER McQUEEN | Givenchy primavera-verão 1999 - (2/2)

O talento e a excelência técnica de Alexander McQueen para a Givenchy conseguiram numa sintonia moderna o que Yves Saint Laurent também fez: o sexy elegante 'atemporal'. Comparar pode não ser uma boa, mas nesse caso é uma ‘ótima’. Os anos trabalhando com alfaiataria em Londres fizeram de McQueen um dos melhores na área da moda moderna. Vejam a leveza, suavidade dos tecidos, que não são justos, com movimento e equilíbrio nos ombros, para dizer o mínimo. Couro – que sou contra, apesar do desenho da roupa –, cetim de seda, crepes quase transparentes, os pretos sólidos ou com lantejoulas, beges, cinzas, com leveza e precisão adequadas.
Gosto particularmente de seu estilo basicamente clássico, que compõe tão bem, em proporções modernas, tecidos e bordados, o look de uma mulher muito chique e elegante, sem nenhuma mistura exagerada de cores ou maquiagens pesadas. Um elogio à moda de McQueen é que ele fez roupas estando atento às mulheres mais elegantes do mundo, portanto, mesmo alguns vestidos mais sexys, com costas nuas, por exemplo, seduzem mulheres de todas as gerações, possibilitando o consumo pela arte criativa, não para uso, mas para manter no closet, pelo visual, pelo toque e criatividade. Alexander McQueen soma à sua criatividade uma sintonia de alta costura, de aura de Paris, tornando a mulher chique em qualquer lugar do mundo. Os luxuosos maiôs, pretos, bordados com lantejoulas, sendo o primeiro desfilado por Gisele Bündchen, têm formas talvez previsíveis, mas um resultado sexy, bonito e que, além de manter a mulher fashion, agrada a opinião masculina. O conjunto de calça, azul e branco, bordado com pérolas, tem um balançado na calça que é um luxo. Depois os dois vestidos curtos bordados com cristais que fecham o desfile, o azul com um bonito decote nas costas, valorizando o rebolado natural da mulher e o vestido preto, mais justo, somado à atitude da manequim Esther Cañadas que, fazendo charme, dá uma parada, vira-se para os fotógrafos e segue num rebolado moderno com passos largos nesse desfile que é de abafar. Em meio às roupas para mulheres internacionais, McQueen agradece usando jeans, enquanto os aplausos embalam a sala de desfile.

Veja a primeira parte do desfile clicando AQUI>>

sábado, 30 de julho de 2011

Moda – A Primeira Experiência de Ver Givenchy por ALEXANDER McQUEEN | Givenchy primavera-verão 1999 - (1/2)

Bom dia, o primeiro desfile de Alexander McQueen que tive oportunidade de assistir foi o de primavera-verão 1999 para a chique Givenchy. O vídeo mostra a primeira parte do desfile, um vídeo inédito, raro, cobiçado pelos nomes da moda e que eu quero mostrar hoje, que é uma manhã bonita para mim. O motivo é pessoal, mas o luxo é de todos nós. Givenchy estilizada por McQueen foi um sonho para mim, um cartão postal para tudo que eu já estava acompanhando e para o que eu passaria a ver e consumir na moda, mesmo sendo um desfile feminino. É possível ver a Gisele Bündchen no começo da carreira, sem muito destaque, mas com entradas comentadas por Mario Testino, o que torna essa experiência histórica, mesmo para quem está apenas assistindo o vídeo, que é narrado por Marie Christiane Marek. A experiência de assistir um desfile de moda francesa ainda na adolescência é uma atividade que pode parecer habitual para qualquer jovem com muita grana e muita beleza física, ainda mais quando se é nordestino; porém, é difícil escapar do sonho onde a realidade é a beleza, a riqueza, o luxo e a máxima educação humana. Há pessoas tão privilegiadas que somente Deus Pode Explicar. Envolvidos por voos de Concorde que transportam os convidados e manequins de Nova York para Paris, uma nota alta restringe esse espetáculo a poucos que podem dar-se ao luxo da futilidade mais chique que se pode imaginar. Uma vez lá, enquanto as roupas sensacionais são desfiladas e a música, e os flashes, reverenciam os presentes como os príncipes de Mônaco e os Mayrink Veiga do Brasil, por exemplo, você simplesmente para no tempo e experimenta uma das mais inebriantes mágicas do mundo. Veja a beleza dos penteados, a maquiagem, manequins entrando na fase da magreza e o verdadeiro luxo impresso em criações que mais parecem obras de arte num nível tão elevado que, por mais aparentes que estivessem as curvas físicas, o sexy finalmente estava sendo chique. 


Veja a segunda parte do desfile clicando AQUI>>

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Jóias – O Luxuoso Cisne by Chaumet de Paris

Alta joalheria Chaumet: Ouro, diamantes e esmeraldas em arte para as ricaças. [Arquivo pessoal]


Bom dia. Eis que uma jóia vintage chama minha atenção ainda na infância. Com olhar de esmeralda, esse cisne de ouro cravejado de diamantes com assinatura Chaumet resulta numa composição de luxo, sonho, beleza e amor, sendo uma das peças que eu mais acho bonitas na alta joalheria internacional. Tudo é caríssimo e exclusivo; mas, ao mesmo tempo, é delicado, através de uma reinvenção do reino animal para as clientes da alta costura frequentarem bailes black-tie no mundo todo. Que luxo, gente.

domingo, 24 de julho de 2011

Opinião – A Realidade de Ilusões de AMY WINEHOUSE

Apesar do assunto ser Amy Winehouse, encontrada ontem fatalmente destruída por suas escolhas, a lição deste texto serve para todos nós. Leia com atenção, pois, não faço nada que não seja útil e, mesmo que nos consideremos imunes ao precipício das más escolhas, temos de ajudar os outros. Quando bem treinada, mesmo com os bolsos cheios de confeitos, uma criança pode ser exemplarmente chique. Terá uma linha telefônica para treinar como atender telefonemas da babá, com repertório de conversa que exige anotar recados com detalhes de fuso horário e expressões internacionais, por exemplo, tudo gravado e supervisionado por profissional em fonoaudiologia. Óbvio que a criança acha uma chatice, mas, até Elizabeth II da Inglaterra, aprendeu manusear armamento pesado de guerra. Quem mandou nascer em berço de ouro? Aulas de economia, toda semana, preparam a jovem menina, ou pequeno rapaz, para saber administrar sua fortuna. Com expressão impassível de perigo, treinada enquanto quer assistir desenho animado, não esconde sua chique arrogância e responde a treinadora, por telefone: “Foi engano!” Conhece sapatos para o campo e para a cidade, é capaz de reconhecê-los de olhos vendados; tem noção de moda, não vai a festas populares nem a encontros de grupos de escoteiros, pois, sabe que é cafona e que não levará a nada. Na ausência da resposta para a prova, escreve: “Como você quer que eu fale sobre isso, quando eu sei quem é Tom Ford?!” Enquanto as lojas de brinquedos não vendem uma máquina de guardar segredos, a criança diz que não pode ir a Disney, pois, tem um desfile de moda para assistir noutro continente. Durante o desfile, impaciente, sobe na passarela e diz: “não quero ter uma centena de casas, dezenas de carros e quatro aeronaves, quero ser livre como a Amy Winehouse!” Será? Há muitas formas de explodir suas angústias. Preste atenção, é fácil identificar quando as coisas desandam, quando estamos entrando num vício, num caminho errado, é fácil identificar de onde vem negatividade, fácil identificar que o que forçamos mudar hoje se voltará contra nós na primeira oportunidade. Os vícios são assim, depois não adianta procurar grupos com dinâmicas para deixar o mal de lado, quando o mal chega, ele não sai, pois o mal é do mundo. Portanto, resgate o que você é de verdade, sem drogas, sem vícios, sem negatividades, peça ajuda, não há vergonha nisso. De nada adianta usar máscaras se não pudermos ser o que somos de verdade, longe de farsas que nos levam ao abismo, que nos destroem. O que faltou a Amy foi uma palavra amiga, gente que estivesse por perto para apoiá-la, arrancar-lhe o copo de bebida ou a droga, e forçá-la a ser ela mesma. Não, meus amigos, paliativos não nos fazem pessoas melhores. É visível nosso esforço em mostrar o que queremos para nós, nossos problemas psicológicos e até um possível surto suicida. Tudo isso deve ser resultado de nossas escolhas. Não tenha vergonha de bater na porta de alguém, desde que você não use máscaras. Seja você, escute os sinais do destino, aceite o que é real. Somente assim, você estará mais forte que os vícios, mais forte que os surtos e não estará só. Vai, pode escolher, a porta está aí, bata, antes que o tempo apague ou desfaça sua chance. Portanto, meus amigos, apesar das notícias sobre as polêmicas das ilusórias escolhas da Amy, seu talento é muito maior.

sábado, 16 de julho de 2011

Click – CHACE CRAWFORD: Moderno, Bem-Vestido e Bonito.

Bom dia, o Click de hoje é do Chace Crawford no desfile da Versace. Sentado na primeira fila, chamou atenção pelos olhos que parecem jóias, aliados a uma beleza moderna. Eu considero a beleza uma forma de arte, um dom, um privilégio. Os homens modernos têm mais de 1,85m; além de ser o biótipo mais cobiçado pelos designers de moda, é chique ser alto. Mas, os homens modernos também são bonitos. Gosto de pessoas bonitas, sobretudo quando são finas e vestem ternos e outras roupas com ombros alinhados, caimento bonito. Além dos atributos de beleza, que são impressos pelas escolhas de moda, o homem não recorre às soluções femininas, reservando-se o direito da naturalidade bruta, às vezes, até “selvagem”. Da naturalidade selvagem vêm os olhos azuis, que estão muitas vezes relacionados com histórias românticas. Não é fácil ser bem-vestido, tecnologia e luxo legítimos custam muito caro, mas são essenciais. A beleza perceptível aos olhos, somada ao bom gosto no vestuário e talento, é um atrativo para o Chace ser um dos homens mais bonitos e bem-vestidos do mundo.

domingo, 10 de julho de 2011

Click – CARMEN MAYRINK VEIGA e Seus Netos Comemoram os Amigos Felinos

CARMEN, a vovó elegante, entre os netos Antonio e Bibi.
Sylvie (acima) e Top Show (abaixo) com
a bandeja-escultura que 
dei de presente para 
serviço de almoço deles.
Bom dia, o Click de hoje é da linda e elegante vovó Carmen Mayrink Veiga com seus netos Antonio e Bibi, filhos do Antenor, no aniversário dos gatinhos da Carmen, a Sylvie e o Top Show. Comemorar amigos tão fiéis quanto animais de estimação é uma expressão de sensibilidade que só quem tem um animal em casa pode saber. Ainda mais quando a festinha é para reunir amigos, família e todos se divertirem com presentinhos, doces e tudo que os aniversariantes e os presentes têm direito. Como é chique ter uma avó na moda, jovial e elegante, um exemplo para as outras vovós. Além do mais, a linda Carmen faz questão de apoiar a causa dos cadeirantes, pois, ela própria usa cadeira de rodas e muleta que combinam com suas roupas; assim, muitos brasileiros – inclusive meu pai, que tem problema de locomoção – podem sentir-se bem representados a nível mundial e percebem que é possível ser elegante, mesmo com alguma deficiência. Nunca se sabe o dia de amanhã, portanto, qualquer um de nós pode chegar a usar uma cadeira de rodas, seja por doença ou acidente, e a gente começa a pensar com uma mentalidade de mundo, percebendo que o exemplo da Carmen Mayrink Veiga é para todos nós. Parabéns também para a Sylvie e para o Top Show que são amigos honestos, bonitos e, para minha alegria, gostaram do meu presente.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Alta Costura – Os Dez Luxos da Givenchy by RICARDO TISCI | Outono-inverno 2011/2012

Beleza, sensualidade e sofisticação na alta costura Givenchy.

PARIS – A maioria dos poucos desfiles da alta costura está mesmo com cara de prêt-à-porter, mas, depois de tanto tempo, Givenchy, que é uma marca que eu gosto, desfilou 10 vestidos que são um luxo. Os visualmente delicados vestidos feitos por Ricardo Tisci foram emoldurados pelo Sena, com aplicações de pedrarias em branco e ouro que, desnudando suas linhas de sensualidade em discretas transparências, estimulam a imaginação. É difícil misturar transparências, sensualidade, hoje em dia, com luxo e beleza essenciais para as clientes mais exigentes do mundo, mas, é possível; e, quando esse tipo de receita fashion é feita com a qualidade que a alta costura pode oferecer, então, a gente vê que a Givenchy pode voltar ao grau de beleza, sofisticação e sensibilidade que a coleção desta temporada mostra. 

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Alta Costura – GIORGIO ARMANI e Sua Chique ‘Armani Privé’ Nipônica | Outono-inverno 2011/2012

Giorgio Armani e sua alta costura com inspiração japonesa.

PARIS – Por causa do casamento do príncipe Albert II de Mônaco, com Charlene Wittstock, o desfile da alta costura de Giorgio Armani causou expectativa em muita gente. Particularmente, achei que a maioria dos looks tem expressão de prêt-à-porter, o que é chato, enfadonho e previsível, qualquer coisa na linha dos desfiles e ofertas de Nova York, por exemplo. Claro que presto atenção ao caimento, aos ombros bem alinhados, ao equilíbrio da roupa, às vezes nos ombros, às vezes no quadril. Óbvio que a técnica e os tecidos são os melhores possíveis, senão não seria alta costura, mas a avaliação visual é muito importante para o que minha geração espera do luxo. 

As peças são inspiradas na cultura japonesa, com mudanças previsíveis para o ocidente, basicamente em base escura, com algumas exceções de branco, combinadas com cores e estampas orientais em tecidos como cetim e seda. Nada realmente atrai a quem acompanha tanto a moda, mas há alguns looks bem luxuosos, que selecionei em destaque, as fotos maiores nas duas primeiras sequências, para vocês. Acho jeca dizer que as ruas inspiram a alta costura, não é assim que funciona o mercado de alto luxo, as pessoas interessadas numa moda tão exclusiva jamais vestiriam algo basicamente inspirado nas ruas, principalmente com a moda de mundo, que faz você ver as mesmas peças em Nova York e em Tokyo, por exemplo, prefiro que a alta costura pare a ser jogada na lama. Claro que as ruas podem inspirar estilos, mas o principal estilo de uma moda tão sofisticada é mesmo o luxo, não tem nada a ver com rua.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Alta Costura – O Luxuoso Desfile de ALEXIS MABILLE | Outono-inverno 2011/2012

Coleção de luxo na alta costura de Alexis Mabille em Paris.
Pele ou tecnologia?

PARIS – Apesar de alguns detalhes e peças com pele, que eu não consegui informação se é tecnológica ou real, a alta costura de Alexis Mabille é de um luxo que une o clássico com o futurismo que sempre esteve presente no estilo das mulheres mais elegantes do mundo e que víamos na alta costura Givenchy feita por Alexander McQueen, por exemplo. Sou contra o uso de peles naturais na moda, portanto, prefiro acreditar que um costureiro com tamanha criatividade e bom gosto tenha mesmo optado pelas caras e sofisticadas peles tecnológicas. Quando falo em pele, deixo claro que só aceito pele vintage, antes da qualidade tecnológica que há, quando o mercado de alto luxo, da alta costura, oferecia casacos e capas de abafar em desfiles como os do costureiro Yves Saint Laurent, por exemplo. Você tem de entender que peças de pele natural, sendo vintage, são um luxo, uma obra de arte essencial para os países nórdicos. Hoje em dia, com a tecnologia, é maldade o comércio de peles naturais; e, certamente, apenas novos-ricos compram. Os vestidos assinados por Mabille são de um luxo tão bonito que vislumbro os bailes mais luxuosos do mundo nos castelos europeus, com as mulheres chegando em suas Rolls Royces e uma orquestra embalando a pista de dança, enquanto franjas e esvoaçantes tecidos com expressão futurista, estampas de leopardo e plumagens são rodopiados sob o som de cristais brindando o luxo social.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Alta Costura – O Primeiro Show da Dior Sem JOHN GALLIANO | Alta Costura Dior outono-inverno 2011/2012

Dior, sem Galliano, mantém a linha com os simplesinhos Bill e Susanna.
PARIS – A primeira coleção de alta costura Dior sem John Galliano, hoje, não me agradou completamente, mas não tem nada a ver com o novo estilista. O próprio Galliano vinha fazendo repetições descaradas de looks completos da marca e parecia haver algum tipo de desaforo ou encrenca nos bastidores comerciais da Dior. Mas, fiquei curioso para saber como seria o desfile assinado por Bill Gaytten e Susanna Venegas, ex-assistentes do Galliano, que assinou a marca por 15 anos. Alguns poucos looks dessa coleção são de um luxo absolutamente nababesco e atemporal [Que você vê no detalhe da foto de cima], mas, as mulheres mais elegantes do mundo já têm. Ficou provado que o Gaytten consegue manter a “linha de Galliano” na marca, se bem que o próprio Galliano já havia castrado seus devaneios teatrais há algumas coleções – eis uma observação que nos faz suspeitar de problemas com a chefia e com os lucros –, mas, apesar das ricaças nem se preocuparem com John Galliano, desde que a coleção lhes permita vestir o que quiserem em seus compromissos de abafar, eu gostaria que o Galliano não tivesse sido afastado da Dior, achei um exagero. Mesmo que ele estivesse sendo repetitivo e menos teatral, seu nome é uma assinatura bonita para a moda. Por mais polêmica que tenha sido a frase que ele disse estando bêbado, somos civilizados demais para misturar as coisas. É preciso aceitar mudanças na moda, adaptar-se. A alta costura está numa crise de lascar e o desfile não foi lá essas coisas, portanto, está tudo bem. Eu selecionei os looks mais bonitos, de um luxo realmente usável e atemporal, mas, que ficariam bem para o verão, não para o inverno.

domingo, 3 de julho de 2011

Casamento – O Elegante Casamento do Príncipe ALBERT II de Mônaco com CHARLENE WITTSTOCK

Aconteceu ontem o bonito casamento do príncipe Albert II de Mônaco, com Charlene Wittstock. O vestido da noiva, Giorgio Armani, bonito e elegante, com uma grande cauda que por mais que tenha dificultado na saída, é chique. Eu só teria feito fechado com gola “V”, que valorizaria mais a postura da noiva; por mais que ela tenha um pescoço longo, a modelagem a deixa com efeito visual de timidez, quase corcunda. Eu sei do que estou falando. Mas... A noiva tem estilo para ser um outdoor da moda, diferente de Kate Middleton que eu não entendo como insistem que ela seja uma pessoa da moda. Não tem nada a ver. A Charlene tem mais porte e cara para a moda. Por isso, pessoas da moda que sempre estiveram ligadas à família real de Mônaco, estiveram presentes no casamento e no jantar. Tudo chique. Eu queria ver o vestido da ex-namorada do noivo, a manequim Naomi Campbell e ela escolheu um dos vestidos mais bonitos, apesar de ser longo. Charlotte Casiraghi também escolheu bem seu vestido, de acordo com a moda moderna da alta costura Chanel. Seu irmão, Pierre Casiraghi, bronzeado e bem-vestido, claro. Além de Naomi, Karolina Kurkova também fez escolha certa, na linha da princesa Charlotte.
Detalhe esq.: Charlotte Casiraghi; fileira de cima: Naomi Campbell e Vladimir DoroninCharlotte e Andrea Casiraghi; fileira de baixo: Karolina Kurkova, Farah Diba e Karl Lagerfeld; detalhe dir.: Madeleine e Carl Philip da Suécia. 
E Karl Lagerfeld, também no casamento, respeitando o protocolo, investiu pouco de seu estilo ao traje, com suas luvas e um broche. Também fiquei curioso para saber se Andrea Casiraghi, irmão de Charlote e Pierre, se comportaria ou se usaria aquele par de sapatos de zebra, mas, felizmente, comportou-se como um príncipe que é: de fraque longo como os outros. Eu gosto dele, vocês sabem. O príncipe Laurent, da Bélgica, foi o único deslize no casamento: caiu indo ao Palácio de Mônaco. Um dos “casais” mais bonitos, os irmãos, Madeleine e Carl Philip da Suécia. Farah Diba também esteve presente, chique, de turbante. Um detalhe que eu acho bonito é que todos os presentes comungaram. Depois, à noite, os fogos de artifício e o luxo para o jantar de gala, com homens usando casaca e as mulheres de longo. Isso sim é um casamento real.
Para o jantar de gala, os três irmãos:
príncipes Pierre e Andrea com a irmã Charlotte Casiraghi.

sábado, 2 de julho de 2011

Click – KATE MOSS: O Casamento da Baixinha na Moda

Kate, com Jamie Hince, entre as daminhas, 
vestindo John Galliano.
Bom dia. Uma movimentação em torno de uma manequim, convidada para o desfile de alta costura dos 60 anos da Dior, atraiu atenção dos presentes em Versailles. Em meio aos ricos e elegantes do mundo todo, chegou Kate Moss. Ela não é alta, mas usa saltos e tem charme, além de, apesar de loira, ser bonita. É praticamente impossível uma baixinha ser referência de moda de passarela e até entrar nos vestidos, mas a Kate, convidada aos 14 anos para a moda, em Nova York, conseguiu espaço, antes dessa exigência fashion ficar mais pesada. Há poucas loiras com impacto para a moda como Kate, eu posso dar mais dois exemplos: Gwyneth Paltrow e Kirsten Dunst. Eu poderia escolher Madonna e a Lady Gaga, sim, mas elas não me convencem. Quem se lembra do holograma que foi mostrado num desfile de Alexander McQueen: a Kate flutuando na passarela? Pois é, até quem não é de moda vai lembrar. Ontem, vestindo um John Galliano, Kate casou-se com o guitarrista Jamie Hince. No Vogue Brasil de maio, Kate Moss nua estampa a capa de aniversário, fotografada por Mario Testino.