sábado, 10 de março de 2012

Click – MARIA MAYRINK VEIGA FRERING, uma Princesa por Natureza com DNA de Rainha

MARIA e sua clutch e os outros modelos.

Bom dia. Ontem, no Rio de Janeiro, teve a recepção ao Príncipe Harry da Inglaterra. Dentre os convidados, o ator Sergio Marone, a manequim Fernanda Tavares, o artista plástico Romero Britto e a bonita Maria Mayrink Veiga Frering, neta da linda Carmen Mayrink Veiga, que atraiu a imprensa internacional de maneira unânime. Considerada uma das garotas mais bonitas do grand monde, não apenas sua beleza atraiu fotógrafos e repórteres, mas, o reencontro com Harry. A bela Mayrink Veiga conhece o príncipe e, desde que se conheceram em Londres, é considerada uma muito provável candidata a futura namorada de Harry. Maria é a mais bonita garota da turma e, com seu DNA poderoso, seria um encanto se os dois se apaixonassem. Teríamos o mais bonito casal da realeza. Eles têm quase a mesma idade e não é só a imprensa européia que torce para que o romance aconteça. A jornalista Hildegard Angel, por exemplo, amiga da família, publicou que está na torcida, e eu também estou. 
MARIA, alta e chique, usando Dolce&Gabbana, entre GISELA AMARAL e  ALICE TAPAJÓS, no lançamento das bolsas e na recepção ao Príncipe Harry da Inglaterra.
No Dia Internacional da Mulher, Maria fez o lançamento de uma coleção de bolsas exclusivas, que, por homenagem, levam sua assinatura. As Clutchs Maria Frering têm número limitado e custam, individualmente, cerca de 2 mil dólares. Aos 15 anos, já muito alta e chique, Maria recusou ser capa do Vogue, e desfilou, aos 4 anos, para a alta costura de Hubert de Givenchy em Paris, quando o costureiro estava se aposentando. As Mayrink Veiga, famosas por experiências sociais comparáveis aos mais deslumbrantes contos de fadas, têm, naturalmente, tudo que uma rainha, uma princesa, tem de ter.

Fotos: Hildegard Angel.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Moda – O Oscar em Branco-e-Preto

GWYNETH PALTROW, MILLA JOVOVICH e ANGELINA JOLIE.
Bom dia, eu concordo com o que a Glória Kalil publicou sobre o Oscar deste ano, de que tudo está “sem graça”; realmente, o glamour está em baixa. Estou louco para saber a opinião da fascinante Carmen Mayrink VeigaFashion-designers fazem vestidos cada vez mais clean, não apenas na estrutura, mas, na idéia. É tudo visualmente fácil de copiar, previsível. As jóias são “tímidas” e os cabelos penteados de forma muito... muito... “pouco”. Será que você me entende? Espero que sim. Em meio às tendências minimalistas em tudo, eu gostei do vestido usado por Gwyneth Paltrow, que, apesar de loira, é uma garota bonita e bem-vestida, elegante. Quem assina é Tom Ford e o equilíbrio está nos ombros. O penteado é apenas um rabo-de-cavalo, que poderia ter sido feito por alguém mais criativo – é a única crítica que tenho a fazer sobre a produção. O bracelete e o anel são um luxo, mas, eu gostaria que ela tivesse usado brincos longos com diamantes e uma pulseira delicada ao invés do bracelete. Detalhes, detalhes... De Versace preto, Angelina Jolie estava sexy, o que nem sempre é luxuoso, apesar de ficar bem nela – já que tanta gente tenta copiar o estilo das atrizes do tapete vermelho para ir a casamentos e qualquer lugar. O batom lembra a marca da maquiagem de alta costura dos desfiles de Yves Saint Laurent, mas, é uma cor que envelhece. No mais, ela, a Angelina, é bonita, sexy, e deveria ter usado mais jóias. Numa mistura entre as duas, com luxuoso vestido branco da alta costura Elie Saab e com batom vermelho, uma das mais bem-vestidas do Oscar é, sem dúvida, a atriz Milla Jovovich. Eu, definitivamente, não assisto, há alguns anos, as atrizes no tapete vermelho como uma referência de moda, isso é chato para quem gosta de moda. Para completar, permita-me uma digressão, tiraram o Stefano Pilati da Yves Saint Laurent e isso é um horror, pois, a moda que ele fez para a marca é bonita e me incentivava economizar e comprar peças assinadas por ele. Não é feio se permitir a algum luxo, sobretudo quando se gosta de moda. Mas, isso é outro assunto... Então, a gente entende que no Oscar tantas atrizes tenham usado roupas simples, jóias simples, talvez seja culpa dos estilistas, costureiros e criadores, cada vez menos criativos, sendo mudados, impedindo que mesmo quem gosta de moda possa estar como o Oscar nunca deveria ter deixado de ser: uma festa glamourosa. Está tendo uma votação no Blog da Hilde, da jornalista Hildegard Angel, para escolherem "as mais luxuosas", eu já votei.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Alta Costura – O Luxo Não Apenas Desliza na Lama, Atola

Bom dia, está muito complicado falar de moda. O título do texto pode parecer grosseiro, mas não é menos realista por isso. Por mais que os jornalistas novatos no grupo dos convidados para desfiles estejam com sede por segurar a onda da alta costura para fazer um número na moda, por causa das trocas de favores, o fato é que as coleções, sozinhas, já explicam que estão entediantes. Por mais que os jornalistas afirmem que a alta costura está vendendo mais, os realistas sabem que as estatísticas para as grifes só contam mesmo com relação ao comércio de artigos de luxo em série e prêt-à-porter, pois, simplesmente, a alta costura está uma pobreza, cada vez mais desinteressante, com a cara de prêt-à-porter e tentando manter a coisa toda à base de cenários de desfiles, os jornalistas dizem que está vendendo, mas eles não compram e não entendem que essas estatísticas não dependem deles, nem das “tendências” – que, aliás, nunca devem ser ligadas à alta costura, nunca –, pois, no mercado de alto luxo, hoje em dia, o que conta mesmo é a divulgação, para atrair compradores de perfumes, cintos, óculos e coisas do tipo. Isso é chato para quem gosta de moda, é decepcionante. Claro que continuarão fazendo desfiles, mas, as mulheres que interessam ao mercado de alto luxo e aos admiradores delas e da alta costura, estão cada vez menos interessadas em grandes desfiles, grandes festas, misturadas com toda qualidade de gente: os que sabem muito de moda, os que não sabem nada, os que estão aprendendo e os costureiros de saco cheio desse arrumadinho, mas engolindo sapos para garantirem seus salários. Claro que os novos-ricos querem ter alguma cultura, por isso, revistas como Vogue estão cada vez mais com cara de cartilha: “esse é fulano, essa é fulana, esse é beltrano, essa é beltrana...” Isso é chato, minha gente. Então, vêm os que dizem que o dinheiro mudou de mão, mas, aí que , só o dinheiro que mudou de mão, só o di-nhei-ro. E olha lá. Acho que a sociedade brasileira está uma bagunça, mulheres tidas como “elegantes”, chamando turbo-hélice de jato, tomando champanha e falando mal umas das outras em reality show. Quero o jornalismo de moda com a Regina Guerreiro, a Cristina Franco, os textos do Ignácio de Loyola Brandão, capas de revistas com roupas do Lino Villaventura, André Lima, Guilherme Guimarães, Pedro Lourenço, com produções luxuosas, inteligentes. Isso é qualidade, e não a mesmice que se vê e lê no vestuário popular e nas revistas. A alta costura está sim entediante e a moda no Brasil está uma pobreza. O negócio, para não se irritar com a alta costura igual ao prêt-à-porter e essa misturada danada, é fazer como diz o Walcyr Carrasco na Época do dia 30: “Talvez o melhor seja sair fantasiado e encarar o ato de se vestir como realmente deve ser: um grande gesto de liberdade a que todo ser humano tem direito.”

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Alta Costura – O Bonito Trabalho de BILL GAYTTEN | Dior primavera-verão 2012

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Apesar das críticas feitas ao Bill Gaytten por outros jornalistas, que também comparam negativamente seu trabalho com coleções anteriores da marca, eu noto que ele está fazendo muito bem o trabalho na Dior. Ele não tem culpa da saída de John Galliano, o próprio Galliano é o culpado de sua saída da maison e por ter perdido a marca que tem seu nome. Então, sejamos mais honestos com a moda e com os resultados de Gaytten em meio às grifes que mostram coleções de alta costura com suaves estilizações da moda vintage. Gaytten colaborou muito com a moda feita por Galliano e merece sim ser reconhecido por esse resultado e não ser ignorado por jornalistas que só falam em quem será o novo nome que assinará a alta costura Dior. Eu gostei da coleção, o glamour Dior, a essência da maison, sem as fantasias de Galliano. Saias lápis, equilíbrio no quadril, ombros sensuais, alguns armados e volumosos. Cores clássicas, também nude. Uma coleção bonita, luxuosa e com a cara da Dior. O Gaytten está de parabéns.

domingo, 29 de janeiro de 2012

Alta Costura – Mude a Direção do Jato, KARL LAGERFELD | Chanel primavera-verão 2012

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Foi na cabine de um avião-fantasia que Karl Lagerfeld transportou a coleção de alta costura da Chanel para as clientes mais exigentes da moda. Mas, o assunto é roupa e não cenário. A alta costura vintage é o que há de mais exuberante na moda, inclusive de hoje em dia, além de custar uma fortuna, é a base para tudo que se faz com tecidos e alguns bordados diferentes nas coleções da alta moda das passarelas de hoje. Mas, isso não é desculpa para repetir os mesmos elementos de estilização. A coleção da Chanel é repetitiva. A moda mais cara e sofisticada do mundo tem a capacidade de transformar nossa maneira de ser, inspirar novos talentos e criatividades, mas, além dos materiais e da técnica que estruturam a alta costura, Karl Lagerfeld está facilitando o trabalho dos jornalistas de moda e entediando os que gostam de moda – e nem sempre essas duas características estão juntas. Ao invés de falar dos detalhes das roupas e da competência de Lagerfeld em retrabalhar a sintonia Chanel, como faço quando escrevo, quero dizer que minha percepção de moda é um radar que nota que Lagerfeld precisa fazer uma manobra rápida, pois, o desfile pareceu esgotado e ele é um exemplo de criatividade.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Alta Costura – LINO VILLAVENTURA, O Fabuloso Costureiro Brasileiro | Outono-Inverno 2012 São Paulo Fashion Week

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Ontem, Lino Villaventura deu um espetáculo de luxo e competência internacional em matéria de alta moda mundial e dedicou seu desfile à fascinante Carmen Mayrink Veiga, amiga de Lino e uma das mulheres mais elegantes do mundo. A opulência das roupas, além de ser uma coleção dedicada à top das tops, também tem a inspiração na arte do pintor Francis Bacon, num desfile que é a melhor produção desse inverno 2012. A criatividade do Lino, aliada ao luxo material e técnico de suas roupas, asseguram-lhe um lugar privilegiado, dificilmente alcançado por outro costureiro, estilista ou criador de moda brasileiro. Vestidos ricamente bordados com cristais, transparências elegantemente luxuosas, comprimentos para bailes, volumes para rainhas em estufados ou plissados, como leques, plumados, manequins usando coroas, as cores, como falei, vêm das pinturas de Bacon, mas, a arte na moda do Lino é do Lino, e feliz de quem a puder usar. É um orgulho ver um desfile de moda assim no Brasil, pois, isso sim é alta moda. Como é bom elogiar, como é bom gostar de moda e ver algo tão original, bonito, com identidade própria, diferente das marcas que repetem o vestuário de mundo que se vê em Nova York ou Tokyo. Mas, é uma decolagem a cada desfile, trazendo um tipo de alta costura que pouco se vê até mesmo em Paris, não apenas pelas capas, volumes, bordados, transparências, uma sensualidade glamourosa, mas, principalmente, pelo talento criativo, a sensibilidade de unir o usável à arte, e tudo parece o inédito que todas as poucas mulheres realmente elegantes – e ricas – no mundo querem ter no armário. A moda masculina também com tecidos em estampas da inspiração, com tecidos volumosos, com brilhos, capas, alfaiataria com relevos. Tudo para pessoas com estilo e que circulam nos grupos mais civilizados e elegantes. O Lino Villaventura é alta costura.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Animais - O Adeus a Pequena Rokita | Ajudem os Animais de Rua

All Dogs Go To Heaven, de Shanti Marie. 

O primeiro texto do ano é sobre uma cadelinha vira-lata cor de doce de leite que resgatei da feira ainda filhote, a Rokita. Quando a encontrei, ela estava correndo entre os carros, quase sendo atropelada e sendo maltratada por feirantes. Junto a ela, a Sarita, irmã, de cor preta. Fiquei sabendo que elas haviam sido jogadas na feira por alguém. A Rokita tinha muitos carrapatos grandes, um tipo que dá em bodes. Ambas foram adotadas por mim. Há alguns meses no jardim, elas já ganharam peso e ficaram mais espertas. Mas, ambas começaram a ter sintomas de envenenamento e a Rokita não resistiu. Eu fico indignado com isso. Não entendo como a maldade e as pessoas más têm tanto espaço no mundo, me pergunto onde está o bem e o que nós, os poucos que gostam dos seres vivos num todo, devemos fazer para que o bem prevaleça no mundo (?). É uma dúvida cruel. Eu tenho consciência de que os animais são sagrados e, portanto, todos os animais considerados “irracionais”, têm a Proteção de Deus quando passam pelo que a Rokita passou e são Salvos, pois, são puros como crianças. A humanidade precisa estar cada vez mais consciente de que por mais alta e segura que seja a torre erguida por um homem, se ele submeteu animais ao sofrimento, ela desmorona de forma violenta e inesperada quando ele mais precisar de segurança. Isso é sério e pode ser evitado, isso é sério e deve ser evitado. Mesmo que uma pessoa seja ruim, mesmo que ela não acredite em Deus ou na igualdade dos seres no merecimento de estarmos aqui, essa pessoa pode e deve ter a atitude de controlar sua maldade e, se não ajudar, nunca interferir no destino natural dos outros seres. O que fazemos aos outros é cobrado e cada um deve ter consciência do peso de sua própria dívida. Que cada um de nós pague na mesma moeda o que fazemos aos animais. Há muita ilusão e hipocrisia. Gente que solta fogos de artifício em festa de réveillon, mas, que assassina à facada o cachorro que, assustado, busca abrigo numa casa. Gente que agride animais e filma para colocar o vídeo na internet. Gente que passa o dia fazendo comidas elaboradas para puxar saco de políticos e pessoas das igrejas em reuniões, enquanto tantos animais passam fome nas ruas. Eu realmente entendo cada vez mais meu interesse que haja seres em outros mundos físicos, extraterrestres, criaturas de raças diferentes, mesmo que não sejam pacíficos, pois, o ser humano só consegue pensar, mesmo efemeramente, no próximo e nas outras espécies, quando está em apuros. Eu não espero nada de ninguém, mas, eu faço o que acho certo pelos animais e tenho a obrigação de pedir que vocês façam o mesmo: ajudem os animais de rua. Como eu disse, não posso esperar de vocês que os animais sejam ajudados, mas a minha parte está feita. Estou triste pela Rokita e estou triste pela humanidade que está cada dia mais egoísta e com a alma menor.